Entre mim e eu, depois da tempestade.

Nos dias passados
vi ruir meu todo
o despreparo fez em mim um rasgo
feito lâmina afiada
deslizando sobre as circunstâncias
inabilitei defesas, que sem força, não serviam.
Perdi a noção de tempo
o limite de sofrimento,
deixei de ocupar-me onde caibo.
Dei para viajar entre anestésicos espaços imateriais
vaguei...com medo de dentro, medo de fora
medo de tudo..custou caro isso..
Uma grande alegria, muitas outras mentiras. Tudo permanecia escuro e denso..

4 comentarios:

  1. Mas e agora?
    Sempre haverá um agora, mesmo que ele antes deva cumprir seus respectivos ontens.
    Adorei a cara nova do blog!
    =)

    lindos versos!

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  2. E agora?
    A paz voltou a reinar...novas cores, metas, descobertas!!

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  3. Você publicou meu poema SEM citar o autor. Ficou estranho, para dizer o mínimo... rs!

    http://minhasideiaslivres.blogspot.com/2008/05/mudeblogspot.html

    Vou publicá-lo amanhã de novo, e não quero passar por plagiador de mim mesmo.

    Veja o que você pode fazer.

    Abraços,

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  4. Não te conheço, mas citar sem "autorar" é gafe!
    rsrsrsrs
    Mas acho que o Edson perdoará, pois a homenagem
    pode talvez compensar a imemória.

    Quanto ao poema, não sei o que dizer sobre ele.
    Vou continuar lendo aqui, o blog tá bem bonito.
    Abraço!!

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