Vermelho

Às vezes me rasgo inteira
mente
carne
o músculo em meu peito
pinga soro
que nasce na alma
Vira oceano
do mar que me habita
profundidades

4 comentarios:

  1. Mentira, que anda sem inspiraçao. E esse mar que transborda vermelho, bem aqui, hein?!?!

    Participalá, muié! =)

    =*

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  2. Ah, manda tuas reclamaçoes pro pessoal do Blogger, entao! =P

    Brincando... Tenta de novo, oras!

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  3. Ó, você ainda existe!
    Legal que se lembrou do meu blog.
    Os seus poemas são sempre interessante...
    BJs

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  4. poema muito bonito...
    e quando até o músculo do peito sangra...
    não tem alma nem oceano...

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