Soro

Tempo de profundezas impenetráveis,
claustrofóbicas.
De espinhos e veneno

Cura meu sertão com chuva
em corredeiras...

5 comentarios:

  1. Um pequeno poema, intenso e dolorido.

    Que a cura venha em dose única.

    abraços

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  2. Sei que esse veneno vai se dissipar e junto a ele os espinhos que hoje nos ferem, para que a paz chegue levemente como o sol da manhã e repouse sobre as nossas tempestades.
    O tempo em que isso acontecerá não nos pertence e o que nos cabe agora é nos abrir para viver os minutos que os dias nos dão para sermos diferentes do que fomos ontem e seremos amanhã...
    Eu te amo e vou fazer de tudo para que esse amor seja todos os dias renovado como as ondas do mar, não somente em votos, palavras e juras, mas em cada atitude que nos circundar e a esse sentimento chamado AMOR que inunda e afaga a minha alma de gozo, paixão e vontades que ardem incessantemente e pulsam dentro de mim.

    Beijos dos mais doces, puros, intensos e todo o meu amor que é seu pra sempre...

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  3. desejo-te logo esta chuva.
    belos versos!
    abraços

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  4. A chuva leva embora os espinhos
    Para brotar a árvore de um novo dia
    E as profundezes vão transbordar
    Inundando o seu sertão

    ahuahua, ok, acho que não ficou muito legal o meu poeminha!
    bjs

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