Repetidas noites

Sonho aquelas asas
Chama adentrou minhas madrugadas
Luz que em meus olhos refletia
Fez-se dia
Invasão incandescente, ardia
Deixou o corpo de um sonho em brasa.




Sonho no tempo do nada
Sonhos
São insípidos, inodoros
Todo sonho inexiste quando estou desperta
Vira carvão queimado, cinza
Que a brisa da manhã dissipa
Traz novo dia, nova energia

4 comentarios:

  1. Não vivo dos sonhos, mas do que me leva a sonhar...

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  2. Belo poema!

    Será que aquilo em que o sonho vira não foi feito com sua própria matéria?


    Abraços, flores, estrelas..

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  3. Este comentario ha sido eliminado por el autor.

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  4. Edson,

    questionador, vc provoca rebuliço em minhas idéias as vezes...
    Obrigada!

    Das estrelas, uma constelação pra ti.

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