Singular

Não há quem diga o contrário, é exceção
A transparência dos meus olhos
Intenção
No calor da pele
Suor que repele o frio da estação
Frieza não, da palavra o perdão
É distancia, indiferença
Diferenças, implosão.
Chego a pousar no riso verde das montanhas
Cheiro que me apraz
E relaxar o meu olhar sobre o mar...
O vento sopra sua força, provoca revoada e voa com ela
Deixando-me sem ar
Ar? Eu procuro
...
Procuro
...
O despreparo chega e faz meu mundo andar
Eu busco, pretendo, proporciono meu reinventar
Consumo com avidez a sede
Na abundância dos oceanos, sal
Água, da pedra quero o beijo, doce
Não me farto perante a escassez
Eu cavo até encontrar
Intuição
Fareja na terra a umidade
O eixo, a gravidade
E quando chego causo a própria morte
Engulo tudo, consumo, sumo, evaporo
Sou poro
E volto a ser ar
Replanto a semente que me deu a vida
E rego com outros sais
Dos desejos à raiz, morri para renascer
E me fazer feliz
No berço quente da nascente, água corrente
Que me abraça o corpo, cria o novo
Brota flores no jardim
E as lança sobre mim
Eterniza as cores desta obra inacabada
E sem fim

5 comentarios:

  1. Te adoro, minha riqueza singular...

    Nossos imensos bjs e desejos...

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  2. A guerra é de Paz, e justifica a dor... Agora, falta encontrá-la!

    Obrigada!

    Ah! Esta obra, a minha... Tons Pastéis!

    Bjuss

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  3. Essa obra incabada pode ser a mais perfeita!



    Abraços, flores, estrelas..

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  4. Nada vai mudar
    a primeira impressão
    que eu tive de nós dois
    não sei explicar
    a tremenda confusão
    que invadiu meu coração
    a tensão
    foi demais e me fez bem
    logo no primeiro olhar nossa história começou
    nosso amor é demais e nos faz bem
    é o sentido da paixão, uma onda diferente
    nada vai roubar
    a perfeita sensação
    que eu senti logo depois
    não sei explicar
    a tremenda confusão
    que invadiu meu coração
    a tensão
    foi demais e me fez bem
    logo no primeiro olhar nossa história começou
    nosso amor é demais e nos faz bem
    é o sentido da paixão, uma onda diferente...



    Beijos do nosso primeiro beijo!

    Seu amor!!

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  5. Olá, obrigado pela visita ao meu humilde restaurante sinestésico.

    Feliz estou de que os meus singelos pratos de alegorias algum bem fizeram, em especial à outra parceira do pombo correio chamado poesia.

    Qual a sua obra no Sentido Inverso? Procurei pelo seu nome no blog e não encontrei.

    Prazer,
    Diego Cavaleiro~

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