Sintomas

Meu silêncio absoluto cospe o maior dos gritos
Deixando-os surdos, pobres de espírito
Vapor oriundo da febre mental, precoce e infernal

Percepção epitelial, consciência emocional
Aspectos práticos, recursos necessários
Num quotidiano neurótico e repleto de atos falhos

Sem preguiça, eu agito as aparências circunstanciais
Meus intentos eu nem penso em postergar, arrisco sem piscar
Não há medo que faça eu voltar meus passos nem me faça olhar pra trás...

2 comentarios:

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  2. Agora eu caminho com estrelas a bombordo e flores na cabeça... Me esquecendo de umas coisas, me lembrando de outras, cheio de tantas e vazio de muitas. Navego respirando como se esse mar azul inflasse meus pulmões enlouquecidos. Tudo agora é claro e nada esclarecido, pois o dia é mais do que uma eterna madrugada. Tudo nublado por uma doce névoa de gostosuras, liberdades, incertezas. Tudo quente -- e tudo frio ao mesmo tempo. Meu espírito inspirado dança no meu próprio corpo. Meu coração, luminoso, brilhante, colorido -- me seduz e me conduz. Se vou para o Norte ou para o Sul -- acho que nunca mais vou saber. Porque não é preciso saber, nos dois sentidos de saber e de preciso. Nada agora é mais preciso do que agora é necessário. Pois rasguei os meus mapas, quebrei meu relógio e perdi minha bússola...
    Mas acabo de me encontrar:
    Abracei meu coração.


    °me apaixonei pelo texto°

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