Sub-literatura

Sem proteção ou armadura,
a carne exposta e a ‘cara’ nua, lavada
sem dizer nada
Agudo reto ou obtuso
expansão angular
observar o percurso elementar
me lançar
em trajetória secular, dissertando com o olhar
intelecto suburbano, sou individuo
num esforço sub-humano
ridículo
Utilizo a sub-literatura pra falar da vida dura
fixando a mente em meu desejo ardente
eu quero que tudo se acabe
que de cima a baixo o mal se rasgue
quando inclino meu olhar
pronto pra saber e decifrar
o que há do lado de lá ou até em seu olhar
percebo o bem que nos salva
resgata a validade do tempo
A criação sob os olhos da perfeição
aprendemos mais que antes
agora sabemos que viver é se entregar

2 comentarios:

  1. Oi....
    Passando só para fazer uma visitinha.
    Achei o blog muito legal mesmo.
    Muito interessante.
    Parábens.
    Continue Assim

    Tenha um ótimo final de semana!

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  2. obrigada tiago. e Seja bem vindo!
    faço o que chamo de poesia marginal... é minha ousadia chamar meus escritos de poesia.

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