Móbile

Eu desejo que o mal não me alcance
e revestido do bem volte
seja lá para quem!
Cálice,
enxarcado de sílabas engolidas
fura a bolha, expõe
dura raça de pedra macia,
tiro por menos os cortes
liberto a alma
Os pés no chão, a mente não
um tal ‘inadministrável’ no espaço
um raio suspenso
franqueado, teoria
sem ferir o tempo
numa boa, na pista
Original, do samba
de flor, perfume
Ontem passou, amanhã?!
nem chegou! Sopro de ar
móbile
O agora me importa
entorta o relógio das horas,
solto me perco
para encontrar quem sabe...

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