Veja
Se eu quisesse esconder
não mostrava aqui
guardava só pra mim
as inconstancias
montanhas russas
reinventada e caleidoscópia
vivendo felicidades,
tristezas intrínsecas
compondo rasgos e remendos
alinhavados pelo caminho,
inúmeras alegrias
encontros singulares
assinando em minha existencia sua parte
experiencias, amigos, amores
trazendo de cada vivencia um tanto
tanto eu
tô de passagem
feito Caetano
Como a escrita torta
em linhas certas
fraca e ao mesmo tempo forte
não mostrava aqui
guardava só pra mim
as inconstancias
montanhas russas
reinventada e caleidoscópia
vivendo felicidades,
tristezas intrínsecas
compondo rasgos e remendos
alinhavados pelo caminho,
inúmeras alegrias
encontros singulares
assinando em minha existencia sua parte
experiencias, amigos, amores
trazendo de cada vivencia um tanto
tanto eu
tô de passagem
feito Caetano
Como a escrita torta
em linhas certas
fraca e ao mesmo tempo forte
Ponte
Enquanto fagocito
rijo músculos, sedentos
sofrendo
no exato momento em que encontro
a firme certeza de nada
Se lá, devo acatar comer
ser fruto, obedecer
Se cá, 'tô' frito
mandos e ditos
regra clara teus contrastes
exímios, mandantes
aflitos
Por suposto, sumir é fuga
ou alívio
Deixar ir a confusão
abrir mão do tempo
fazer a vontade, acatar o coração
ora esta também se faz corte
fina estampa da morte
a outra face
Enquanto fagocito
convivo com o velho e o novo
choro lágrimas de dor e vontades
na pele sensibilidade
quem já passou nesta ponte
entende este caminho
.........................................
Espinhos
Dos espinhos que ferem
e exalam o que é flor
falam pelo cheiro
os sintomas que ardem superfícies
da pele, e com febre
denunciam o que o silêncio teima
grita para dentro, noite
primavera, dia
Passados
passos, sentidos, sabor
endurecem o que se chama amor
mas não ficam, passam
passado e cor, desbotam mágoas
empalidecem a dor
de novo,
amor... nascido, fale
sido
o que for, pretérito
imperfeito que é
vazou
por debaixo deste
ponte, tapete, chão
Muda o curso, sem aviso
nem selo, aberto, vai furando
rasgando todo
qualquer tecido,
madeira, carne, flora, águas
tudo é fresco, por mais que antigo
Todo amor espinha, toda vida exala
o céu de um deserto
Aprender é uma face
um talho
atalho
Nada possuí
existe o avesso
O que é vivo, por existir
e nada mais
rijo músculos, sedentos
sofrendo
no exato momento em que encontro
a firme certeza de nada
Se lá, devo acatar comer
ser fruto, obedecer
Se cá, 'tô' frito
mandos e ditos
regra clara teus contrastes
exímios, mandantes
aflitos
Por suposto, sumir é fuga
ou alívio
Deixar ir a confusão
abrir mão do tempo
fazer a vontade, acatar o coração
ora esta também se faz corte
fina estampa da morte
a outra face
Enquanto fagocito
convivo com o velho e o novo
choro lágrimas de dor e vontades
na pele sensibilidade
quem já passou nesta ponte
entende este caminho
.........................................
Espinhos
Dos espinhos que ferem
e exalam o que é flor
falam pelo cheiro
os sintomas que ardem superfícies
da pele, e com febre
denunciam o que o silêncio teima
grita para dentro, noite
primavera, dia
Passados
passos, sentidos, sabor
endurecem o que se chama amor
mas não ficam, passam
passado e cor, desbotam mágoas
empalidecem a dor
de novo,
amor... nascido, fale
sido
o que for, pretérito
imperfeito que é
vazou
por debaixo deste
ponte, tapete, chão
Muda o curso, sem aviso
nem selo, aberto, vai furando
rasgando todo
qualquer tecido,
madeira, carne, flora, águas
tudo é fresco, por mais que antigo
Todo amor espinha, toda vida exala
o céu de um deserto
Aprender é uma face
um talho
atalho
Nada possuí
existe o avesso
O que é vivo, por existir
e nada mais
De parafusos e cegos
A vida,
me disse uma vez um certo José,
-com jeitos de mago-
é um parafuso de passo finíssimo,
basta um aperto mínimo
e pronto: está feito o estrago.
A vida é um parafuso de passo muito fino
(e eu acredito).
Assim fácil o fio se lhe rompe
e o curso se torna infinito
De Moacir, poeta em tempo integral que expõe no blogdesete.blogspot.com
me disse uma vez um certo José,
-com jeitos de mago-
é um parafuso de passo finíssimo,
basta um aperto mínimo
e pronto: está feito o estrago.
A vida é um parafuso de passo muito fino
(e eu acredito).
Assim fácil o fio se lhe rompe
e o curso se torna infinito
De Moacir, poeta em tempo integral que expõe no blogdesete.blogspot.com
Mil Pedaços
Eu não me perdi e mesmo assim você me abandonou
Você quis partir e agora estou sozinho, mas vou me acostumar
com o silêncio em casa com um prato só na mesa...
Eu não me perdi
o Sândalo perfuma o machado que o feriu
Adeus, adeus, adeus meu grande amor
E tanto faz de tudo o que ficou
guardo um retrato teu
E a saudade mais bonita
Eu não me perdi e mesmo assim ninguém me perdoou
Pobre coração - quando o teu estava comigo era tãobom.
Não sei por quê acontece assim
e é sem querer
O que não era pra ser: Vou fugir dessa dor.
Meu amor, se quiseres voltar - volta não
Porque me quebraste em mil pedaços
.Renato Russo.
Você quis partir e agora estou sozinho, mas vou me acostumar
com o silêncio em casa com um prato só na mesa...
Eu não me perdi
o Sândalo perfuma o machado que o feriu
Adeus, adeus, adeus meu grande amor
E tanto faz de tudo o que ficou
guardo um retrato teu
E a saudade mais bonita
Eu não me perdi e mesmo assim ninguém me perdoou
Pobre coração - quando o teu estava comigo era tãobom.
Não sei por quê acontece assim
e é sem querer
O que não era pra ser: Vou fugir dessa dor.
Meu amor, se quiseres voltar - volta não
Porque me quebraste em mil pedaços
.Renato Russo.
.
Tá!
Hoje não deu muito certo, não pintei nem rasguei papel... hoje eu acordei com as lembranças, e elas me acompanham por todo o dia, até aqui (são 15:50h). Não cumpri um trato, não cumpri vários, não, hoje eu desviei a ordem passei por cima dos espinhos, dos ovos, das flores, fui conferir o outro lado do rio... e por horas venho nadando em suas águas, fortes e claras... águas que cantam o som da tua voz, que não ouvia mais... rompeu-se o silêncio para um breve momento. Não sei de nada mais... pensei ser o vazio necessário para atravessar a solidão desta estrada, que nada! Você me desnorteia sempre que estou seguindo... tem nada não! Eu continuo de pé e se cair, levanto outra e outra vez! O que me importa é marcar com vivacidade e coragem o caminho onde eu pisar, tocando o coração das pessoas que eu, por ventura, encontrar...
Faça de mim, Deus, uma pessoa mais forte*
.
Tá!
Hoje não deu muito certo, não pintei nem rasguei papel... hoje eu acordei com as lembranças, e elas me acompanham por todo o dia, até aqui (são 15:50h). Não cumpri um trato, não cumpri vários, não, hoje eu desviei a ordem passei por cima dos espinhos, dos ovos, das flores, fui conferir o outro lado do rio... e por horas venho nadando em suas águas, fortes e claras... águas que cantam o som da tua voz, que não ouvia mais... rompeu-se o silêncio para um breve momento. Não sei de nada mais... pensei ser o vazio necessário para atravessar a solidão desta estrada, que nada! Você me desnorteia sempre que estou seguindo... tem nada não! Eu continuo de pé e se cair, levanto outra e outra vez! O que me importa é marcar com vivacidade e coragem o caminho onde eu pisar, tocando o coração das pessoas que eu, por ventura, encontrar...
Faça de mim, Deus, uma pessoa mais forte*
.
Tudo
“Tudo na vida tem um começo, um meio, e um fim. O amor também tem um começo, um meio e um fim’. O amor é e sempre será algo independente da nossa vontade autoritária. O negócio, então, é fruí-lo enquanto dura, depois esquecê-lo quando acabar, saber ficar curtindo a solidão porque, quando ele quiser e a gente permitir, então ele volta de um outro jeito, com um outro gosto, tão diferente, mas tão belo sempre. A melhor coisa da vida, para mim é, sem duvida, entregar-se e nunca tentar desvendar esse mistério do amor”.
(Roberto Freire)
!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
O cara disse tudo!
E agora?
É viver e permitir livremente a passagem do amor, uma dádiva.
Minha nossa! Estou TÃO comunicativa hoje! rs...
Um buracão sem tamanho.oco.solidão.
Ecos
Lá vou eu rasgar e amassar papel
.silênco.ssshhhhhhhhh.
ssshhhhhhhh
.
(Roberto Freire)
!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
O cara disse tudo!
E agora?
É viver e permitir livremente a passagem do amor, uma dádiva.
Minha nossa! Estou TÃO comunicativa hoje! rs...
Um buracão sem tamanho.oco.solidão.
Ecos
Lá vou eu rasgar e amassar papel
.silênco.ssshhhhhhhhh.
ssshhhhhhhh
.
.
Seguuuuuuuuuuura coração
Impulso de olhar, estreitar o leito deste rio que não me alcança, mas detém...
Vim escrever, que tá na hora da ansiedade bater, não vou roer unhas (estão bonitas pintadas) nem quero (muito menos!) desatinar a comer minhas vontades aff..............
Sem poesia ou qualquer demagogia, é pintura, leitura fresca do que de fato me alcança. Mais uma cor para a aquarela, hoje vou de amarela... e não é para rimar, é por vontade que seja! Mesmoooo!
Pronto, acho (?!) que aliviou... e não vou me gastar!
Mergulho na profundidade presente nos olhares, nos azuis, no que tem gosto e cheiro. Quero nas entranhas misturas do que me acrescentar, me alegrar.
.Uma outra forma de ver o caminho e por ele passar.Franca.mente.
.Que assim seja!Amém.
:
Seguuuuuuuuuuura coração
Impulso de olhar, estreitar o leito deste rio que não me alcança, mas detém...
Vim escrever, que tá na hora da ansiedade bater, não vou roer unhas (estão bonitas pintadas) nem quero (muito menos!) desatinar a comer minhas vontades aff..............
Sem poesia ou qualquer demagogia, é pintura, leitura fresca do que de fato me alcança. Mais uma cor para a aquarela, hoje vou de amarela... e não é para rimar, é por vontade que seja! Mesmoooo!
Pronto, acho (?!) que aliviou... e não vou me gastar!
Mergulho na profundidade presente nos olhares, nos azuis, no que tem gosto e cheiro. Quero nas entranhas misturas do que me acrescentar, me alegrar.
.Uma outra forma de ver o caminho e por ele passar.Franca.mente.
.Que assim seja!Amém.
:
Águas°
Águas me invadem.....................
......................................
..................................................
Sentimento suspenso, até ordem que mude
Não vale o que penso
não sou mais que um processo de impulsos
num instante devorando minutos
Só cânticos e pássaros em línguas de mistério
Misturados aos meus sons internos
Coloquei o coração numa cesta
decorada com lírios e cores
levei para ribeirinha e por lá deixei
de ser, para ser levado
Se águas me invadem
de tormentas e paz
as mesmas águas hão de curar-me
de incêndios, sequidão
Estou no espaço entre o que é
estado, matéria, coisa, tempo, chão
e àquela canção
timbre, montanha, viagens, cume, amplidão
o encaixe exato entre o início e o ciclo
Entre os verdes floresta
e o vermelho que era paixão
Memórias, cárcere
pedaços dos lugares
que pousam feito pequenos voadores
Caibo em pedaços desprendidos de mim
Espinhos que ferem, furam e vazam
meu co-existir
Vida noturna inventada
Episódio criado para distrair
Prostituindo desejos, cato estilhaços de espelho
revelo-me sem medo, sou nu
percurso da estrada em curvas sob chuva
clarão e sinais
Exposto ao tempo
em abandono, perdido
num frasco de vidro, sem tampa
exalando o cheiro de fim
um olhar visivelmente caído
varrendo com os cílios, fragmentos
o passado do presente ainda corta rente
o futuro do passado,
que não sabe, não saberá
servindo de curso para a correnteza
das águas de um rio.........................
.......................................
.....................................................
......................................
..................................................
Sentimento suspenso, até ordem que mude
Não vale o que penso
não sou mais que um processo de impulsos
num instante devorando minutos
Só cânticos e pássaros em línguas de mistério
Misturados aos meus sons internos
Coloquei o coração numa cesta
decorada com lírios e cores
levei para ribeirinha e por lá deixei
de ser, para ser levado
Se águas me invadem
de tormentas e paz
as mesmas águas hão de curar-me
de incêndios, sequidão
Estou no espaço entre o que é
estado, matéria, coisa, tempo, chão
e àquela canção
timbre, montanha, viagens, cume, amplidão
o encaixe exato entre o início e o ciclo
Entre os verdes floresta
e o vermelho que era paixão
Memórias, cárcere
pedaços dos lugares
que pousam feito pequenos voadores
Caibo em pedaços desprendidos de mim
Espinhos que ferem, furam e vazam
meu co-existir
Vida noturna inventada
Episódio criado para distrair
Prostituindo desejos, cato estilhaços de espelho
revelo-me sem medo, sou nu
percurso da estrada em curvas sob chuva
clarão e sinais
Exposto ao tempo
em abandono, perdido
num frasco de vidro, sem tampa
exalando o cheiro de fim
um olhar visivelmente caído
varrendo com os cílios, fragmentos
o passado do presente ainda corta rente
o futuro do passado,
que não sabe, não saberá
servindo de curso para a correnteza
das águas de um rio.........................
.......................................
.....................................................
Era outro caminho...
:
Falar não é somente juntar as letras
formar sílabas e dizê-las
é querer, é tirar do lugar
desarrumar, fazer pensar
atingir
Informações movem
comovem de diferentes maneiras
Muitas vezes o dizer não consegue ultrapassar os muros
iminentes prisões do 'eu'
É que montanhas não tem pernas, nem intenções
Para alcançar o lugar mais alto
é preciso sair do lugar... ir
Embora palavras, às vezes, são como facões
abrem caminhos
mas também fecham com galhos secos,
o encontro dos destinos
:
....................
Ouvir é mais que isso
Absorver o sumo do dizer
é estar conectado, antenado
afinado ao outro ser...
Falar não é somente juntar as letras
formar sílabas e dizê-las
é querer, é tirar do lugar
desarrumar, fazer pensar
atingir
Informações movem
comovem de diferentes maneiras
Muitas vezes o dizer não consegue ultrapassar os muros
iminentes prisões do 'eu'
É que montanhas não tem pernas, nem intenções
Para alcançar o lugar mais alto
é preciso sair do lugar... ir
Embora palavras, às vezes, são como facões
abrem caminhos
mas também fecham com galhos secos,
o encontro dos destinos
:
....................
Ouvir é mais que isso
Absorver o sumo do dizer
é estar conectado, antenado
afinado ao outro ser...
Conto
.
Em miúdos
planam poeiras
sopram frases, silêncio e ventanias
invisíveis pedaços
empalidecendo o dia
enfraquecendo o tempo que ainda resta
De agudos
rasgam verbos tontos
costuram explosões no peito
esfregam tortuosa tez
assistem platéias inteiras
ruas varridas por faróis que cegam sem luz
Além do que se vê
vê-se pequeninos
recolhidos nos cantos dos olhos
encolhidos na palma das mãos
doidos, são pequenos pontos
por vezes, contos
que contam as horas
no escuro
saltam no ar
querem tudo que tempo não lhes pode dar...
Emaranhando-se por entre as digitais
de todos os carnavais
Do amanhã
Que amanhã?
Não temos, não há
é poeira, plano, futuro
Sorte (preparo)
ou azar (preguiça)
.
Em miúdos
planam poeiras
sopram frases, silêncio e ventanias
invisíveis pedaços
empalidecendo o dia
enfraquecendo o tempo que ainda resta
De agudos
rasgam verbos tontos
costuram explosões no peito
esfregam tortuosa tez
assistem platéias inteiras
ruas varridas por faróis que cegam sem luz
Além do que se vê
vê-se pequeninos
recolhidos nos cantos dos olhos
encolhidos na palma das mãos
doidos, são pequenos pontos
por vezes, contos
que contam as horas
no escuro
saltam no ar
querem tudo que tempo não lhes pode dar...
Emaranhando-se por entre as digitais
de todos os carnavais
Do amanhã
Que amanhã?
Não temos, não há
é poeira, plano, futuro
Sorte (preparo)
ou azar (preguiça)
.
Nas palavras, impressões
Tenho sentido mais
coisas estranhas
coisas entranhas
uns incomodos
desejos crescentes
lugarejos
por fora por dentro
em cores
telas dimensões diversas
sem pontos sem linha
sem pauta
sem saber
um sentir
coisas
não há o que definir
me despi
experimentei-me
dose em sol
caminho sob a lua cheia
tenho fé imensa
meus sonhos grandes
meus pés na areia
meu peito,
meu cérebro
força do Deus
minha força breve
intenso respirar
meu ver na imagem
meu sentir, nas palavras
percebo
toco o macio em meu mundo
eu mudo
eu, mundo
meu mundo
sem grito
voz em infinito
suave
um gemido
O empréstimo que eu faço usando para mim as palavras é meu momento mais eterno me ensina a conhecer a ousadia, meu universo cego, livre. Rio bom de nadar.
coisas estranhas
coisas entranhas
uns incomodos
desejos crescentes
lugarejos
por fora por dentro
em cores
telas dimensões diversas
sem pontos sem linha
sem pauta
sem saber
um sentir
coisas
não há o que definir
me despi
experimentei-me
dose em sol
caminho sob a lua cheia
tenho fé imensa
meus sonhos grandes
meus pés na areia
meu peito,
meu cérebro
força do Deus
minha força breve
intenso respirar
meu ver na imagem
meu sentir, nas palavras
percebo
toco o macio em meu mundo
eu mudo
eu, mundo
meu mundo
sem grito
voz em infinito
suave
um gemido
O empréstimo que eu faço usando para mim as palavras é meu momento mais eterno me ensina a conhecer a ousadia, meu universo cego, livre. Rio bom de nadar.
Marcadores:
fotolog/milmisturas,
novo agito
Feito palavras quando vãs
:
Cansam-me a repetição,
o pinga-pinga da goteira
que molha a matéria e minh’alma inteiras,
o gélido ar que estampa de verde mofo
os vários cantos da sala
Cansam-me a mesmice de imagens,
umas congeladas outras reinventadas
algumas personagens,
as teclas sempre na mesma posição,
os mesmos botões de ligar e desligar
Como ver o tempo passar enrugando a pele
sem cólera ou vertigem a se manifestar.
Cansa-me o que não me suga
O que me falta, o ar que o cigarro me rouba
A arrumação eximia que destitui a naturalidade
Cansa-me a exatidão das verdades irrefutáveis
que causa morna tontura mental, deixa-me dual
Cansa-me o que é absolutamente perfeito e coerente
Enxertam de veracidade as falácias
quase intrínsecas no linguajar
esbanjando, chega a transbordar
Não fazendo a menor falta
Embora deixando as sobras
Espalhadas e incrustadas por sobre as paredes mal pintadas
É moderno ser diferente
Mas contemporâneo é ser original
seja como for, ser como é
Eu gozo a virtude de ser mortal, um ser animal
Incompleto e real, feito de dor e avessos
individualidade e compaixão
alegrias e endereço da eterna evolução
Composição entre o passado, o momento presente
E o instante a seguir...
Meu ato é o oposto, a antítese
Para evitar a banalidade das palavras
arriscar o próximo passo, soltar as rédeas
Tanto para errar, para acertar
viVER
Hora de calar e acontecer
:
Cansam-me a repetição,
o pinga-pinga da goteira
que molha a matéria e minh’alma inteiras,
o gélido ar que estampa de verde mofo
os vários cantos da sala
Cansam-me a mesmice de imagens,
umas congeladas outras reinventadas
algumas personagens,
as teclas sempre na mesma posição,
os mesmos botões de ligar e desligar
Como ver o tempo passar enrugando a pele
sem cólera ou vertigem a se manifestar.
Cansa-me o que não me suga
O que me falta, o ar que o cigarro me rouba
A arrumação eximia que destitui a naturalidade
Cansa-me a exatidão das verdades irrefutáveis
que causa morna tontura mental, deixa-me dual
Cansa-me o que é absolutamente perfeito e coerente
Enxertam de veracidade as falácias
quase intrínsecas no linguajar
esbanjando, chega a transbordar
Não fazendo a menor falta
Embora deixando as sobras
Espalhadas e incrustadas por sobre as paredes mal pintadas
É moderno ser diferente
Mas contemporâneo é ser original
seja como for, ser como é
Eu gozo a virtude de ser mortal, um ser animal
Incompleto e real, feito de dor e avessos
individualidade e compaixão
alegrias e endereço da eterna evolução
Composição entre o passado, o momento presente
E o instante a seguir...
Meu ato é o oposto, a antítese
Para evitar a banalidade das palavras
arriscar o próximo passo, soltar as rédeas
Tanto para errar, para acertar
viVER
Hora de calar e acontecer
:
Que diferença isso faz...
Será que se espera demais
ou demais chega tarde?
quando as chagas expostas
se espalham, sem meios que as impeçam
Será que o homem não pode um pouco mais?
Tudo que vive sobrevive sem nós
Tudo que somos depende do que vive para existir
enfim... estou sendo prolixa ou exata demais.
ou demais chega tarde?
quando as chagas expostas
se espalham, sem meios que as impeçam
Será que o homem não pode um pouco mais?
Tudo que vive sobrevive sem nós
Tudo que somos depende do que vive para existir
enfim... estou sendo prolixa ou exata demais.
VoZ
Ensaio a cena
De canto do olho, me estendo
faço o movimento que me leva até você
alcanço as teclas
começo
sinal, número, número
No rompante do instante
roubam o momento
da pronuncia esperada,
a rouca suavidade da voz
deixo pra depois...
rompandes solutos, é hora:
me estico, repito o movimento
alcanço as teclas
começo, sinal
redisco... sem sucesso, não ouço
Desta vez penso e desisto
mas não consigo
Motivos, peças,
teatro mudo,
monólogo sensorial
desculpas, as últimas
e frescas, ainda úmidas
notícias, o que for
pra te ouvir me chamar
codi-nome
Quero arrancar tua voz,
e depositar numa caixinha
só minha
Ouvir me chamar
de amor, certeza, flor
De canto do olho, me estendo
faço o movimento que me leva até você
alcanço as teclas
começo
sinal, número, número
No rompante do instante
roubam o momento
da pronuncia esperada,
a rouca suavidade da voz
deixo pra depois...
rompandes solutos, é hora:
me estico, repito o movimento
alcanço as teclas
começo, sinal
redisco... sem sucesso, não ouço
Desta vez penso e desisto
mas não consigo
Motivos, peças,
teatro mudo,
monólogo sensorial
desculpas, as últimas
e frescas, ainda úmidas
notícias, o que for
pra te ouvir me chamar
codi-nome
Quero arrancar tua voz,
e depositar numa caixinha
só minha
Ouvir me chamar
de amor, certeza, flor
Tateia palavra
::
.
Querendo fazer algum sentido
antes mesmo de virar palavra.
Esquisitices.
Há sempre coisas que só tangem o sentir...
Alcance inverossímil
tato até acidental
da textura impressa na escrita,
boca entre-versos-aberta.
.
::
.
Querendo fazer algum sentido
antes mesmo de virar palavra.
Esquisitices.
Há sempre coisas que só tangem o sentir...
Alcance inverossímil
tato até acidental
da textura impressa na escrita,
boca entre-versos-aberta.
.
::
Marcadores:
Sensação incidental
.Ela.
Não me corrija.
A pontuação é a respiração da frase, e minha frase respira assim.
E se você me achar esquisita, respeite também.
Até eu fui obrigada a me respeitar.
.
.
A pontuação é a respiração da frase, e minha frase respira assim.
E se você me achar esquisita, respeite também.
Até eu fui obrigada a me respeitar.
.
.
Marcadores:
por Clarice L.
.Suave movimento.
::
Hoje precisei, e ainda quero teu abraço mais confortável... há sensação de espaço demais... estive pronta a receber, quis me aconchegar... se não pela sede da presença, pela agonia oriunda das notícias recentes... curtos, teus braços não me tomaram, fiquei a mercê... e a distância, mergulha no silêncio de um coito latente... um pecado... percebo, perdoe-me dizer, sua pouca sensibilidade no que tange, algumas de minhas necessidades. É exato, há situações em que me afasto :/... lá no inicio não, mas estas 'esperas' aos poucos, talvez não seja o termo ideal, me coagiram :(... o que me deixa fudida... pretendo descontinuar minha vivência com estes vácuos... parto de uma atitude racional, no princípio das emoções, para desperta transformar faltas sentidas e meus mecanismos de defesa em movimento... e daí, saber o que há de vir...
Este é meu suave começo.
::
Quiçá
.
Talvez esteja sem vontade de nós
Talvez seja um momento
Talvez um fato,
Talvez não
Talvez, até de forma inconsciente, haja de forma a se manter assim, estranha
Talvez queira mergulhar em mim, e se perder
Talvez queira me deixar, e esquecer
Talvez...
.
Talvez esteja sem vontade de nós
Talvez seja um momento
Talvez um fato,
Talvez não
Talvez, até de forma inconsciente, haja de forma a se manter assim, estranha
Talvez queira mergulhar em mim, e se perder
Talvez queira me deixar, e esquecer
Talvez...
.
Marcadores:
strange
:
Eu guardo em mim sensações que nunca expus, não do medo de como estas possam ser interpretadas, mas partindo do pré-suposto que me há um saudável egoísmo em mantê-las fora do alcance de quem não saberia sentí-las. Já soprei algumas que passaram por despercebidas, e poucas outras que me trouxeram olhares trêmulos e inquietantes, com perguntas presas em suas íris. O fato é que me recolho em um ser paralelo que habita em meu âmago e sofre de extremos da minha essência. Sabe quando se tem a intuição de que algo está para vir, mas não sabe o que e nem de onde? É o que sinto quando estou distraída no tempo e o vento me sopra os cabelos nos olhos fazendo coça-los. Faz parecer que ele quer me roubar o olhar nos instantes em que dou pausa ao mundo. Não, e não são superstições, são sensações, sensações... E há um monte delas que atestariam minha suave frontreira com a loucura. Ainda quando pequena tentava desenhá-las. Mas com o tempo, passei a trair os desenhos com a escrita, assim como costumo traí-la com silêncio. O silêncio é o meu amante. Meu, e de minhas sensações. A verdade é que não há tradutor para a alma que não se simboliza. Todo íntimo é tão abstrato e subjetivo, que hoje podemos ser uma pessoa e amanhã outra. As feições nos permitem perceber isso. E não estão nas mudanças físicas naturais da fisionomia, estão no conjunto de gestos, e principalmente naqueles que pulam pela janela, é lá que a alma costuma debruçar-se, a face é sua morada. E quanto mais a vida nos empurra, mais fácil conduzimos esta leitura. É impossível ficar sem pensar em nada, e os meus pensamentos se vangloriam disso. Acho que daí que proliferam-se as sensações. Mas é apenas um achismo, nada de achado. Eu continuo composta e complexa, submissa a minha imensidão neste
lúcido vício de obserdiar-me...
lúcido vício de obserdiar-me...
•Dayane Cairo•
:
Marcadores:
Movendo minhas sensações...
Tic-tac
Bobinas, ponteiros,
Digitais
Constroem o momento
Sentido inverso
Destinando versos
Sopro de idéias soltas
Que temem incertos,
Atam, desatam
Vão e voltam
Sem cor e sem cheiro
Ponteiro
Retoma seu contínuo batimento
Afinal, nada para o tempo
Nem para consertar
canos quebrados
asfaltos falhados
corações (ar)ritmados...
Tic-tac
Pequeno, fino e cortante
Sentimento afiado, instante
Um vento...
Digitais
Constroem o momento
Sentido inverso
Destinando versos
Sopro de idéias soltas
Que temem incertos,
Atam, desatam
Vão e voltam
Sem cor e sem cheiro
Ponteiro
Retoma seu contínuo batimento
Afinal, nada para o tempo
Nem para consertar
canos quebrados
asfaltos falhados
corações (ar)ritmados...
Tic-tac
Pequeno, fino e cortante
Sentimento afiado, instante
Um vento...
Cais
Para quem quer se soltar
invento o cais
Invento mais que a solidão me dá
Invento lua nova a clarear
Invento o amor
e sei a dor de me lançar
Eu queria ser feliz
Invento o mar
Invento em mim o sonhador
Para quem quer me seguir
eu quero mais
Tenho o caminho do que sempre quis
E um saveiro pronto pra partir
Invento o cais
E sei a vez de me lançar
invento o cais
Invento mais que a solidão me dá
Invento lua nova a clarear
Invento o amor
e sei a dor de me lançar
Eu queria ser feliz
Invento o mar
Invento em mim o sonhador
Para quem quer me seguir
eu quero mais
Tenho o caminho do que sempre quis
E um saveiro pronto pra partir
Invento o cais
E sei a vez de me lançar
Marcadores:
música é momento
ANDROSS EDITORA RECEBE MICROCONTOS PARA NOVA ANTOLOGIA
A Andross Editora está recebendo, até dia 31 de maio, microcontos de novos autores para a antologia Histórias Liliputianas – Antologia de Microcontos.Microcontos são histórias de sentido completo com, no máximo, 600 caracteres incluindo os espaços, mas não o título.
Mais informações para a imprensa:
ANDROSS EDITORAEDSON ROSSATTO11 2943-7687 - 11 8217-6191edson@andross.com.br
MSN: edsonrossatto@hotmail.comSkype:
Andross - www.andross.com.brhttp://edsonrossatto.blogspot.com/
Abril de 2009
Mais informações para a imprensa:
ANDROSS EDITORAEDSON ROSSATTO11 2943-7687 - 11 8217-6191edson@andross.com.br
MSN: edsonrossatto@hotmail.comSkype:
Andross - www.andross.com.brhttp://edsonrossatto.blogspot.com/
Abril de 2009
Soro
Tempo de profundezas impenetráveis,
claustrofóbicas.
De espinhos e veneno
Cura meu sertão com chuva
em corredeiras...
claustrofóbicas.
De espinhos e veneno
Cura meu sertão com chuva
em corredeiras...
Dor fina
esgarça
rasga
trespassa
feito flecha farpada
essa dor fina
de punhal esquecido
em meu peito adormecido.
rasga
trespassa
feito flecha farpada
essa dor fina
de punhal esquecido
em meu peito adormecido.
Devir
No passo da hora, mataram-me o instante
A vida que havia por dentro, agora sepulcro
Jaz.
Nem escrever eu consigo
Meu universo está feito tronco, distorcido
Tão morta, eu ainda vivo...
A máquina de acordar e dormir, em mim é o que funciona
a mil, não descansa
atônita, nem cansa
Qualquer hora, desperta, acesa feito a lua
vinte quatro horas
do tamanho que cobre o céu destas noites.
Se alimenta da dor, para saber suportá-la
Com olhos cristalizados
de pavor, arregalados
Às vezes, desespero e dor.
Em outras, calmaria.
Sem calor
nem poesia
Olhos molhados
sem rima
Dançam etéreos
sem som
Música me dói, me lembra
me leva a paz
me deixa sem mais...
Choro em amargos goles, me unha por dentro
Encharca de cor viva meu peito
que de vazar, morre.
Vida e morte, juntos
Se aprontando para o fim de uma. Complemento em guerrear
Meus ouvidos te escutam tempestade
Meus olhos vêem sua força, infinito
Minha mente pensa o que eu desisto
Minha alma sente e eu insisto
Meu coração sangra. Anseia vir a ser uma vez
outra vez
um pincel de colorir...
Filho da perseverança, de quem jamais desiste
Em pedaços, prossigo
Agradeço por existir o dia e fazer tudo novo
Em histórias que virão
que farei, faremos
devir...
A vida que havia por dentro, agora sepulcro
Jaz.
Nem escrever eu consigo
Meu universo está feito tronco, distorcido
Tão morta, eu ainda vivo...
A máquina de acordar e dormir, em mim é o que funciona
a mil, não descansa
atônita, nem cansa
Qualquer hora, desperta, acesa feito a lua
vinte quatro horas
do tamanho que cobre o céu destas noites.
Se alimenta da dor, para saber suportá-la
Com olhos cristalizados
de pavor, arregalados
Às vezes, desespero e dor.
Em outras, calmaria.
Sem calor
nem poesia
Olhos molhados
sem rima
Dançam etéreos
sem som
Música me dói, me lembra
me leva a paz
me deixa sem mais...
Choro em amargos goles, me unha por dentro
Encharca de cor viva meu peito
que de vazar, morre.
Vida e morte, juntos
Se aprontando para o fim de uma. Complemento em guerrear
Meus ouvidos te escutam tempestade
Meus olhos vêem sua força, infinito
Minha mente pensa o que eu desisto
Minha alma sente e eu insisto
Meu coração sangra. Anseia vir a ser uma vez
outra vez
um pincel de colorir...
Filho da perseverança, de quem jamais desiste
Em pedaços, prossigo
Agradeço por existir o dia e fazer tudo novo
Em histórias que virão
que farei, faremos
devir...
Esvazia...
São coisas presas, liquidificadas
Momentos
Entre mentiras e tormentos
As verdades
Simplesmente agora
Inexistem.
Sensação eletrizante
Emoção incontida
Carne trêmula
descompasso
pânico
enjôo, rodopios
e finalmente, vômito.
Para o pouco
Muito deveria bastar
Mas, só pra variar
o miserável
resolveu trocar de lugar.
Calamidade
desabriga os pés pequenos
deixa frio o verão...
Oceano irado, vaza de mim
Sem desaguar, vaza poeira
Sujeira
Esvazia
Quero encher-me
Vaza de mim...
Momentos
Entre mentiras e tormentos
As verdades
Simplesmente agora
Inexistem.
Sensação eletrizante
Emoção incontida
Carne trêmula
descompasso
pânico
enjôo, rodopios
e finalmente, vômito.
Para o pouco
Muito deveria bastar
Mas, só pra variar
o miserável
resolveu trocar de lugar.
Calamidade
desabriga os pés pequenos
deixa frio o verão...
Oceano irado, vaza de mim
Sem desaguar, vaza poeira
Sujeira
Esvazia
Quero encher-me
Vaza de mim...
Sabatina II
passageiro feito o vento
espalhando sem dó
minhas lágrimas presas.
sintomas dum ligeiro
canto triste que soa...aqui.
espalhando sem dó
minhas lágrimas presas.
sintomas dum ligeiro
canto triste que soa...aqui.
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Fração
Sabatina
Sintomas
cegueira
Paralisia, que tomara
Momentânea
.
.
Canta o rouxinol
Para o vento
Espalhar
Em dó
E penas
Pequenas
Frases
Incompletas
Correntes
na língua
cortante
presa
cheia, talante
Clara-mente-turva
Embaçada
Na solidez
dos vidros
fibrosos
da visão. Fusão
Se embolando
Ao canto que soa
Um furacão
E ao pulso
da intenção
E partes de cheiro
que fala sem voz
Dum ligeiro
Órgão
passageiro...
cegueira
Paralisia, que tomara
Momentânea
.
.
Canta o rouxinol
Para o vento
Espalhar
Em dó
E penas
Pequenas
Frases
Incompletas
Correntes
na língua
cortante
presa
cheia, talante
Clara-mente-turva
Embaçada
Na solidez
dos vidros
fibrosos
da visão. Fusão
Se embolando
Ao canto que soa
Um furacão
E ao pulso
da intenção
E partes de cheiro
que fala sem voz
Dum ligeiro
Órgão
passageiro...
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Fração
FAz°
Tira-me o ar°
Deixa-me
em sobras, suga
meu ato
Meu fato
desejo
Mel
Consumo
do teu prazer
Fel
Ata em nós
o fio solto
em vós
É terno
em mim
Deixa-me
em sobras, suga
meu ato
Meu fato
desejo
Mel
Consumo
do teu prazer
Fel
Ata em nós
o fio solto
em vós
É terno
em mim
Marcadores:
Sonhos profanos
Reencontro
Devaneios de um corpo febril
abrasado pelo virulento gozo contagioso.
Sinto-me ansiosa
transpiro palavras delirantes e desconexas.
Batimentos descompassados
Taquicardia incurável.
Uma sensação súbita me toma o peito
Arrepio-me toda.
É noite de reencontro e sintomatizo sentimentos.
abrasado pelo virulento gozo contagioso.
Sinto-me ansiosa
transpiro palavras delirantes e desconexas.
Batimentos descompassados
Taquicardia incurável.
Uma sensação súbita me toma o peito
Arrepio-me toda.
É noite de reencontro e sintomatizo sentimentos.
Quarta - feira
Aparentemente nada teria, hoje, de singular.
Mas o corpo avisa que virá algo novo
e eu me alvoroço toda.
Uma sensação súbita, mas suavíssima
me enche de esplendor fresco.
Arrepio-me toda com o excesso de mim
e me tomo numa felicidade inesperada.
Desfruto esse instante de cotidiano trivial
com o êxtase das noites clandestinas.
Hoje é quarta-feira e você vem me visitar.
Mas o corpo avisa que virá algo novo
e eu me alvoroço toda.
Uma sensação súbita, mas suavíssima
me enche de esplendor fresco.
Arrepio-me toda com o excesso de mim
e me tomo numa felicidade inesperada.
Desfruto esse instante de cotidiano trivial
com o êxtase das noites clandestinas.
Hoje é quarta-feira e você vem me visitar.
Soma(me)
Um beijo silêncio
Uma intenção,
sôfrega
estalo nos ossos
(...)
Inominável
Sensação ardente
do frio latente
corrente cortada
(...)
Faça-se cor, tarde cinza
Traga tudo
Se não de volta
de
novo
Uma intenção,
sôfrega
estalo nos ossos
(...)
Inominável
Sensação ardente
do frio latente
corrente cortada
(...)
Faça-se cor, tarde cinza
Traga tudo
Se não de volta
de
novo
Marcadores:
Pitada de dor
°LUZ°
°DEUS, MY LORD°
cheia
muita
de louvores
de agradecimenTOS
.
Pedir com fé é receber
.
Venha ser
proteção
meu alimento
Acontece
Na virada do tempo
O fim de mil idéias
.
Em movimento
.
Sinto mudanças
No cansaço de/para escrever
.
É o começo de um tempo
.
Novo-tempo
Ser conhecimento
Das idéias livres
Que voam agora soltas
Fica o elementAR
.
Luz acesa na memória
.
De eternos, permanecem
A alma, livre.
Lirismo in*verso, lido .
Puros sentimentos.
.
O nascimento
cheia
muita
de louvores
de agradecimenTOS
.
Pedir com fé é receber
.
Venha ser
proteção
meu alimento
Acontece
Na virada do tempo
O fim de mil idéias
.
Em movimento
.
Sinto mudanças
No cansaço de/para escrever
.
É o começo de um tempo
.
Novo-tempo
Ser conhecimento
Das idéias livres
Que voam agora soltas
Fica o elementAR
.
Luz acesa na memória
.
De eternos, permanecem
A alma, livre.
Lirismo in*verso, lido .
Puros sentimentos.
.
O nascimento
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Fato,
Fim da escrita,
Hora do verso da vida
Catalisa*Dor
Abstrato
Um sentimento
Que de polpa
CAta*Vento
Pulsa
Veia cheia
pulsa
Pula o tempo
in-define
Catalisa
Momento
Cata*Vento
Um sentimento
Que de polpa
CAta*Vento
Pulsa
Veia cheia
pulsa
Pula o tempo
in-define
Catalisa
Momento
Cata*Vento
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mometo,
sentido INverso,
sentimento
Foi lendo Múcio
.
Quero verbalizar, rasgar histórias
Me reconfigurar
Terá jeito?
.
Quero verbalizar, rasgar histórias
Me reconfigurar
Terá jeito?
.
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encontre Múcio no traversuras.blogspot.com
MIstura-Sê
Credita na cor do céu
Tua pele
Bronze
Suaviza teu calor
No ardor que me é
Queima
Respira o ar da tua manhã
Porque é minha noite a
Tempo
Debita em meus versos
Tua dor
Pungente
Facilita o que és
Gozo, vulva
Gotas
Rasga tua máscara
Revela tua cara
Olha!
Penetra teu avesso
No meu verso
Ama-me
Decifro-te, imprevisível ser
Sangra, fascinio
Desejo-te(r)
Tua pele
Bronze
Suaviza teu calor
No ardor que me é
Queima
Respira o ar da tua manhã
Porque é minha noite a
Tempo
Debita em meus versos
Tua dor
Pungente
Facilita o que és
Gozo, vulva
Gotas
Rasga tua máscara
Revela tua cara
Olha!
Penetra teu avesso
No meu verso
Ama-me
Decifro-te, imprevisível ser
Sangra, fascinio
Desejo-te(r)
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Veste minha pele
Vá
Em milésimos de tempo se confirmam
Mudanças
Retas, paradas do tempo
Em curvas mudanças,
de clima
A gente bate
E volta
A gente apanha
E acorda
Da hora que se espera
Pode esperar
Sempre é agora
Então pare
Digo, siga
Voe para encontrar
Canse de esperar
Mudanças
Retas, paradas do tempo
Em curvas mudanças,
de clima
A gente bate
E volta
A gente apanha
E acorda
Da hora que se espera
Pode esperar
Sempre é agora
Então pare
Digo, siga
Voe para encontrar
Canse de esperar
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Pegue seu sonho rapaz...
Como se houvesse...
Tempo profundo
mundo mudado
dormentes, braços pernas
e mente
Velha fresta novaMente
Não ditas
Palavras se perdem
Se espalham
inexistem
Ou encontram na parede
algum lugar
até a hora, a hora de falar
mundo mudado
dormentes, braços pernas
e mente
Velha fresta novaMente
Não ditas
Palavras se perdem
Se espalham
inexistem
Ou encontram na parede
algum lugar
até a hora, a hora de falar
Mil flores
Um presente, por Marcos Côrtes - teceu-me em aromas doces, tão intensos. Em versos, pintou um jardim em mim. Outra e outra vez, eu agradeço!
ºººººººººº
Existem mil flores em teu jardim...
Mil idéias livres tuas...
energia vossa roda a mil.
Mas nem muito, nem pouco...
Em frente a praia poesia floresce.
Areia: brilha o céu e beija o mar.
No diário (eletrônico) não há revelação.
Mil palavras firmes e poucas.
Amor, desejo e sensação.
dez em dez idéias livres.
Não, nada é cômico não.
tanta beleza inevitável há.
Tão pouco tempo, tão pouco senso,
para falar de querida desconhecida.
Mas emoção não falta em poetisas:
Na pele está imensidão do mar,
nas ondas emitidas pelo coração.
Não existe flor que não esteja em teu jardim...
ºººººººººº
Existem mil flores em teu jardim...
Mil idéias livres tuas...
energia vossa roda a mil.
Mas nem muito, nem pouco...
Em frente a praia poesia floresce.
Areia: brilha o céu e beija o mar.
No diário (eletrônico) não há revelação.
Mil palavras firmes e poucas.
Amor, desejo e sensação.
dez em dez idéias livres.
Não, nada é cômico não.
tanta beleza inevitável há.
Tão pouco tempo, tão pouco senso,
para falar de querida desconhecida.
Mas emoção não falta em poetisas:
Na pele está imensidão do mar,
nas ondas emitidas pelo coração.
Não existe flor que não esteja em teu jardim...
Inconstante transbordar in-verso ( A cor morena )
Impulsos
Repentes
Mistura e interpretação
Sente a flor da pele
Tua escrita nua
Crua e proposital
Lasca de fogo que a água acalma.
Lírio
Ouve as vozes tantas
Vindas de todo lugar
Verbo feminino
Ela é todo olhar
A preencher vazios
Em cantos e ecos existenciais
Frágil
Pura e líquida
Por vezes sofrida
Em outras, correnteza forte de rio,
Traz consigo as energias
As intensifica
Ab-sorve a vida e a transborda
Repentes
Mistura e interpretação
Sente a flor da pele
Tua escrita nua
Crua e proposital
Lasca de fogo que a água acalma.
Lírio
Ouve as vozes tantas
Vindas de todo lugar
Verbo feminino
Ela é todo olhar
A preencher vazios
Em cantos e ecos existenciais
Frágil
Pura e líquida
Por vezes sofrida
Em outras, correnteza forte de rio,
Traz consigo as energias
As intensifica
Ab-sorve a vida e a transborda
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ALhI'ncontante,
Amigo e poesia,
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Amanhece
Enquanto isso,
Cinzas
O sol amanhece
Desperta o dia
Levanta o corpo
Devagar, um pouco até chegar
Chegar??
O barulho d'água
Gelada, disfarça olheiras
Limpa o suor e lava a sujeira
Da noite passada - A limpo
Acorda no espelho
Espelho que há
Cruza o chão
Dentro do mesmo quadrado
Polígonos traçados
Ao passo que os olhos
Num relance movimento da face
Percebem-se no alto,
Cristalizados
Não andaram estes olhos
Eles apenas olharam
Da estante
O caminho diário. Rotina
Entende o que é
Perceber-se em pé?
Frente a frente
Ver-se
Os olhos nem piscam
Desacreditam e firmes, choram
A mente acompanha
Senta e resenha
Procura um fio
...continuação...
Não há
Gira em 330°
A teia num canto esquecida
Rouba da aranha
Seu trabalho tecido
Estica-sê-aranha
Desce desta noite insônia
E arte, linha
Constrói outro dia
E com uma agulha
Costura outra história
Cinzas
O sol amanhece
Desperta o dia
Levanta o corpo
Devagar, um pouco até chegar
Chegar??
O barulho d'água
Gelada, disfarça olheiras
Limpa o suor e lava a sujeira
Da noite passada - A limpo
Acorda no espelho
Espelho que há
Cruza o chão
Dentro do mesmo quadrado
Polígonos traçados
Ao passo que os olhos
Num relance movimento da face
Percebem-se no alto,
Cristalizados
Não andaram estes olhos
Eles apenas olharam
Da estante
O caminho diário. Rotina
Entende o que é
Perceber-se em pé?
Frente a frente
Ver-se
Os olhos nem piscam
Desacreditam e firmes, choram
A mente acompanha
Senta e resenha
Procura um fio
...continuação...
Não há
Gira em 330°
A teia num canto esquecida
Rouba da aranha
Seu trabalho tecido
Estica-sê-aranha
Desce desta noite insônia
E arte, linha
Constrói outro dia
E com uma agulha
Costura outra história
Com vistas para o mar...
°°°
Façamos nossas escolhas
E suas conseqüentes ruas
°°°
Cuide do seu jardim
E suas conseqüentes ruas
°°°
Cuide do seu jardim
Marcadores:
Metades,
O livre arbitrio,
Água pura
Morte e vida
Quando o impulso é desistir
Algo desconhecido chega
Sopra outro vento
Faz a vida,
De novo
Ri e chora
Celebra e louva
Agradece
E faz sua prece
Algo desconhecido chega
Sopra outro vento
Faz a vida,
De novo
Ri e chora
Celebra e louva
Agradece
E faz sua prece
Marcadores:
Metades
Ela
Sem dar ouvidos, sentiu...
Ela acordou
Vibrante, um peito imenso
O músculo cor de sangue quente
Ele disparou, inconstante
Ao encontro da negra cor
Sua espera acabou
Pacto
A boca entreaberta bradou
Ela quer sem poesia
Ria
Afirmam seus braços abertos
Chova, que ela tem calor
Lábios finos falam ao pôr do sol
De quase vermelhos anoitecem
Beija! E ela sorri
Traga um novo som
O corpo balança e conduz a atenção
E quer mais
Quer vôos loucos
Novas viagens, beijos no escuro
Bombeia sua corrente
O desejo de uma gente livre
Que acredita em ser feliz
Ela quer sonhos e amores
Escuta o não
Escolhe seu sim
Sua, dela
Ela...
Ela acordou
Vibrante, um peito imenso
O músculo cor de sangue quente
Ele disparou, inconstante
Ao encontro da negra cor
Sua espera acabou
Pacto
A boca entreaberta bradou
Ela quer sem poesia
Ria
Afirmam seus braços abertos
Chova, que ela tem calor
Lábios finos falam ao pôr do sol
De quase vermelhos anoitecem
Beija! E ela sorri
Traga um novo som
O corpo balança e conduz a atenção
E quer mais
Quer vôos loucos
Novas viagens, beijos no escuro
Bombeia sua corrente
O desejo de uma gente livre
Que acredita em ser feliz
Ela quer sonhos e amores
Escuta o não
Escolhe seu sim
Sua, dela
Ela...
Marcadores:
Água pura
O revelar da imensidão
Companhia alheia
Prosa distraída
Goles invertidos
Longe de outros instantes
Tortuosos
Pontos descosturados
Continua o querer frustrado
A paciência foi-se
Andou
O diálogo
Ficou
Na janela dos dedos
Sambou
O silêncio
Ecoou
E tão distante não se ouviu
Vozes entaladas
Timbres na garganta
Ditos para dentro
Do infinito
Palavras descritas
Livro inteiro
Da vida
Na íris do olhar
Mudo
A passos lentos
Desconsertados
Versos
Vindos das sensações
Vide o verso das palavras
Intenções
Prosa distraída
Goles invertidos
Longe de outros instantes
Tortuosos
Pontos descosturados
Continua o querer frustrado
A paciência foi-se
Andou
O diálogo
Ficou
Na janela dos dedos
Sambou
O silêncio
Ecoou
E tão distante não se ouviu
Vozes entaladas
Timbres na garganta
Ditos para dentro
Do infinito
Palavras descritas
Livro inteiro
Da vida
Na íris do olhar
Mudo
A passos lentos
Desconsertados
Versos
Vindos das sensações
Vide o verso das palavras
Intenções
Retro visor (Arrumação)
(Este texto foi extraído de um arquivo vivo, não especificado)
Escrevo, não sei o que este sentir quer me dizer.
Leva
Faz da tela o reflexo de um espelho para tudo o que não posso ver
Fique a vontade, flua e me traga a noção,
Exata condição e seu querer.
Tudo que é palavra não se encaixa na porção
Cheia de vazios, cheios de fumaça cor de solidão
Completa-mente liquidificador, um frenesi alegórico.
Desconhece sua causa, o saber
Ou prefere mesmo não sabê-lo,
Desconheço seus porquês
Agradeço a confusão!
Difícil é exclamar em meio a tanta interrogação
Tudo tem razão, mesmo quando parece que não.
Peço em prece:
Clareia, senhor meu deus, tudo o que é minha visão...
Escrevo, não sei o que este sentir quer me dizer.
Leva
Faz da tela o reflexo de um espelho para tudo o que não posso ver
Fique a vontade, flua e me traga a noção,
Exata condição e seu querer.
Tudo que é palavra não se encaixa na porção
Cheia de vazios, cheios de fumaça cor de solidão
Completa-mente liquidificador, um frenesi alegórico.
Desconhece sua causa, o saber
Ou prefere mesmo não sabê-lo,
Desconheço seus porquês
Agradeço a confusão!
Difícil é exclamar em meio a tanta interrogação
Tudo tem razão, mesmo quando parece que não.
Peço em prece:
Clareia, senhor meu deus, tudo o que é minha visão...
Meus lugares
Repare, em muitos cantos está
Percorre meus lugares
Meu mar
Embaixo das árvores
Sob o sol de qualquer dia
Pare de procurar,
Repare
O vermelho do peito
O matiz indefinível deste olhar
Em que lugar quer se encontrar
Que não aqui?
Dispenso a ausente reciprocidade
Intensifica-nos a presença
E assim
Me faça ficar...
Detona o relógio que conta as horas
O tempo aqui não importa
É tudo o que temos agora
Repare
A estampa do sorriso
A espera que espera ser tudo
Repare
O pulsar que aqui tu provocas
Percorre meus lugares
Meu mar
Embaixo das árvores
Sob o sol de qualquer dia
Pare de procurar,
Repare
O vermelho do peito
O matiz indefinível deste olhar
Em que lugar quer se encontrar
Que não aqui?
Dispenso a ausente reciprocidade
Intensifica-nos a presença
E assim
Me faça ficar...
Detona o relógio que conta as horas
O tempo aqui não importa
É tudo o que temos agora
Repare
A estampa do sorriso
A espera que espera ser tudo
Repare
O pulsar que aqui tu provocas
Vai saber
Quando o sentimento encharca
E vaza, pra onde ele vai?
Inunda, fecunda, afoga...
E vaza, pra onde ele vai?
Inunda, fecunda, afoga...
Marcadores:
Aquário
Gosto e cheiro de mar
Meu mar está calmo
Ondas leves embalam a superfície verde
Eu danço seu canto, seu toque
Seu cheiro... maresia
A tarde espia
Encantada
A brisa que arrepia,
A chuva escorrendo na pele
A pele, meu mar...
Ondas leves embalam a superfície verde
Eu danço seu canto, seu toque
Seu cheiro... maresia
A tarde espia
Encantada
A brisa que arrepia,
A chuva escorrendo na pele
A pele, meu mar...
Uma ponta
Meu deleite é uma rede em frente ao mar
O calor de outra pele para eu me aconchegar
Um samba groove, batuques
Para a alma se aperfeiçoar.
Sou dragão
Vôo nas asas de pássaros que desenham os ventos
O limite do movimento é determinado pelo alcance do olhar
Me emociona ver bicho ao relento
Me revolta ver criança no descaminho, ver idoso sozinho
Mulher vivida e ainda sei pouco
Quase nada da vida
Passo por caminhos cheios de espinhos
O calor de outra pele para eu me aconchegar
Um samba groove, batuques
Para a alma se aperfeiçoar.
Sou dragão
Vôo nas asas de pássaros que desenham os ventos
O limite do movimento é determinado pelo alcance do olhar
Me emociona ver bicho ao relento
Me revolta ver criança no descaminho, ver idoso sozinho
Mulher vivida e ainda sei pouco
Quase nada da vida
Passo por caminhos cheios de espinhos
Que da flor exalam um delicado perfume.
Artífice da própria realidade, o deus das minhas escolhas
Mortal, em incessante expansão da existência
Mortal, em incessante expansão da existência
Pupila em versão dilatada
Um pensador
Sou filho de Jáh nosso senhor.
Minhas marcas sem registro, podem ser a autenticidade
Estilo, e minha tal seriedade.
Sou filho de Jáh nosso senhor.
Minhas marcas sem registro, podem ser a autenticidade
Estilo, e minha tal seriedade.
Não me superestime, estou longe de ser genial
Não me subestime, tenho idéias soltas e °falo na fala°
Sei dos erros, meus defeitos reconheço
Minha coragem está para mudá-los.
Tenho meus dias azedos, e as piores caretas
E dias de sorriso escancarado!
Estou de passagem, aprimorando a essência
Amo circo, dança e poesia
Amo infinito a mulher de fibra que me deu a vida
Meus amigos, tão distintos... meus melhores risos
Amo o beija-flor lindo que transforma em beijos as pétalas da flor
Sei dos erros, meus defeitos reconheço
Minha coragem está para mudá-los.
Tenho meus dias azedos, e as piores caretas
E dias de sorriso escancarado!
Estou de passagem, aprimorando a essência
Amo circo, dança e poesia
Amo infinito a mulher de fibra que me deu a vida
Meus amigos, tão distintos... meus melhores risos
Amo o beija-flor lindo que transforma em beijos as pétalas da flor
Sentir o amor me preencher, e sua letra b...
Esta cor
Fora é o lugar onde eu quero estar se o calor não há
Dentro mora a cor. O que mata é também o que dá a vida
Pulsa e pára.
Pulsa
Pára
Pulsa
Pulsa
Este novo lugar eu já conheço, visitei
Ou o lugar me visitou?!
O mesmo lugar em mim, outro lugar, enfim...
Estive aqui e voltei, moro em seu lugar
Durmo em seu peito largo, seus 'quase cachos' emaranhados
Despetala o inacabável, flora rica meu tesouro
Cada pétala um instante, sorriso
O encontro do olhar, um grito
Eu vivo o infinito, todo lugar, lugar nenhum
Dentro da cor azul
Dentro mora a cor. O que mata é também o que dá a vida
Pulsa e pára.
Pulsa
Pára
Pulsa
Pulsa
Este novo lugar eu já conheço, visitei
Ou o lugar me visitou?!
O mesmo lugar em mim, outro lugar, enfim...
Estive aqui e voltei, moro em seu lugar
Durmo em seu peito largo, seus 'quase cachos' emaranhados
Despetala o inacabável, flora rica meu tesouro
Cada pétala um instante, sorriso
O encontro do olhar, um grito
Eu vivo o infinito, todo lugar, lugar nenhum
Dentro da cor azul
Infinito
O renascimento do que nunca morreu
Céu e inferno
Eternos
O que é infinito, que sabe durar para sempre?
Um rasgo profundo
Um sorriso na memória...
O que é?
Céu e inferno
Eternos
O que é infinito, que sabe durar para sempre?
Um rasgo profundo
Um sorriso na memória...
O que é?
Meu sexto sentido
Se os sentidos me enganassem
Todo o mundo também conseguiria
Como me encaram
Só eu poderia...
Não o faço!!
Mesmo que não haja sentido algum
Não precisa haver
Todo o mundo também conseguiria
Como me encaram
Só eu poderia...
Não o faço!!
Mesmo que não haja sentido algum
Não precisa haver
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Veja
Sedução
Metáforas, cores, emoção
Intercâmbio de sentimentos
Sortimento, chuva no fim do verão.
Trocar com o novo é como lustrar o antigo
Renova. Vivifica o humor
Tabuleiro diversificado à disposição
Aos olhos abertos, uma nova visão.
Atenção à perspectiva da variação
Nada mudou, além de si
Dentro é a morada da muda
Verbo e substantivo
Muda ao falar, clorofila do eu
Muda que brota no centro
Intocável ser, pensador
Rompe os excessos do tempo
Cria a semente sem precisar morrer,
Positiva
Arranca pra fora a raiz e lambe a própria dor
Lava o que passou
Recicla as sobras.
O ser sob a luz
Seduz a vida, ama e intensifica
Intercâmbio de sentimentos
Sortimento, chuva no fim do verão.
Trocar com o novo é como lustrar o antigo
Renova. Vivifica o humor
Tabuleiro diversificado à disposição
Aos olhos abertos, uma nova visão.
Atenção à perspectiva da variação
Nada mudou, além de si
Dentro é a morada da muda
Verbo e substantivo
Muda ao falar, clorofila do eu
Muda que brota no centro
Intocável ser, pensador
Rompe os excessos do tempo
Cria a semente sem precisar morrer,
Positiva
Arranca pra fora a raiz e lambe a própria dor
Lava o que passou
Recicla as sobras.
O ser sob a luz
Seduz a vida, ama e intensifica
Nando canta e eu toco... Dias Loucos, de Marlon Monter
Na loucura dos meus dias
Quero ser são, pra tornar-me louco
Onde lugar comum
É viajar nas ilusões de cada um
Cair do abismo dos pensamentos
Que até a lua chegam e voltam
Na certeza que o certo é relevante
Num dia seguinte distante
Quero ser exemplo pro meu filho
Quero ser orgulho pro meu pai
Amor pro meu amor
Servir a meu Senhor
Na loucura dos meus dias
Vou conseguindo me fazer ver
Que eu preciso de alguém que me entenda e que eu consiga entender
Olhar pra frente e fazer planos
Deixar pra traz o que me magoou
Me dê a mão venha comigo sempre me aceite simplesmente como eu sou
Quero ter orgulho do meu filho
E seguir o exemplo do meu pai
Ser amor só pro meu amor
Servir a meu Senhor
Numa mistura de loucura e lucidez
Vou viajando e me perdendo em ilusão
Será que esse momento é insensatez?
Uma overdese em meu coração
Quero ser são, pra tornar-me louco
Onde lugar comum
É viajar nas ilusões de cada um
Cair do abismo dos pensamentos
Que até a lua chegam e voltam
Na certeza que o certo é relevante
Num dia seguinte distante
Quero ser exemplo pro meu filho
Quero ser orgulho pro meu pai
Amor pro meu amor
Servir a meu Senhor
Na loucura dos meus dias
Vou conseguindo me fazer ver
Que eu preciso de alguém que me entenda e que eu consiga entender
Olhar pra frente e fazer planos
Deixar pra traz o que me magoou
Me dê a mão venha comigo sempre me aceite simplesmente como eu sou
Quero ter orgulho do meu filho
E seguir o exemplo do meu pai
Ser amor só pro meu amor
Servir a meu Senhor
Numa mistura de loucura e lucidez
Vou viajando e me perdendo em ilusão
Será que esse momento é insensatez?
Uma overdese em meu coração
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Faço minhas as suas palavras
Folha crua em comida temperada
Pensar menos
A vida é complexa demais
Quero a leveza que só a velocidade do som traz.
Há muitas coisas. Coisas indizíveis, coisas
Que o complexo de ser não permite ao pensar, saber.
Então é isso, a linguagem sem pronuncia. Seus sinais.
Sem entender, é viver e...
Espirrar de uma vez os sintomas ruins
Isto está estranhado em mim... viver.
Realizar uns desejos tais
Viver é não encenar e eu me importo
Calar e absorver a profundidade encontrada no ar
Beber o gole de um brinde, ocasião.
Há semelhança em viver a diferença,
É assim.
Tudo, a qualquer tempo, pode mudar
Pode ser bom, crescer e deixar ser o que é...
Tenho contas a acertar com o tempo
O que fiz do destino
Da água fria uma onda transmissora de calor, eu faço
Não sou boa de retas. Sou melhor, eu prefiro as curvas
Abandonei as convicções, ficaram antigas
Novo amparo, cadência
O sacrifício está para a vitória e a saudade para a ausência
Eu estou pra você e você está pra mim.
Ouço Djavan para sentir a vida boa me percorrer
A simplicidade pulsando em meu ser.
A vida é complexa demais
Quero a leveza que só a velocidade do som traz.
Há muitas coisas. Coisas indizíveis, coisas
Que o complexo de ser não permite ao pensar, saber.
Então é isso, a linguagem sem pronuncia. Seus sinais.
Sem entender, é viver e...
Espirrar de uma vez os sintomas ruins
Isto está estranhado em mim... viver.
Realizar uns desejos tais
Viver é não encenar e eu me importo
Calar e absorver a profundidade encontrada no ar
Beber o gole de um brinde, ocasião.
Há semelhança em viver a diferença,
É assim.
Tudo, a qualquer tempo, pode mudar
Pode ser bom, crescer e deixar ser o que é...
Tenho contas a acertar com o tempo
O que fiz do destino
Da água fria uma onda transmissora de calor, eu faço
Não sou boa de retas. Sou melhor, eu prefiro as curvas
Abandonei as convicções, ficaram antigas
Novo amparo, cadência
O sacrifício está para a vitória e a saudade para a ausência
Eu estou pra você e você está pra mim.
Ouço Djavan para sentir a vida boa me percorrer
A simplicidade pulsando em meu ser.
O escuro do escuro
Fortes pingos d'água molham a madrugada
Aqui dentro uma enchurrada, agonia
Lembranças esfumaçadas
Pessoas demais, uma tela pequena de nada
Sonho de 31 polegadas.
A mistura do reggae com soul embalou a noite
Foi o relógio, bendito seu tempo que me resgatou de lá...
Aqui dentro uma enchurrada, agonia
Lembranças esfumaçadas
Pessoas demais, uma tela pequena de nada
Sonho de 31 polegadas.
A mistura do reggae com soul embalou a noite
Foi o relógio, bendito seu tempo que me resgatou de lá...
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Sinais
Verbo
Leitura
Inverso
Inexata
Competência
Acontecimentos
Carne
Nua
Estampa
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Nosso!!!!!
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Maçã
Quando as palavras fogem
Não as cato insanamente
Como faz o faminto
Deixo-as ir
Livres, voam por aí
A saciedade surge de um momento
Um instante, tentação
Timidez denunciada no rubor da tez
Para que as letras?
Fala a rósea cor...
Não as cato insanamente
Como faz o faminto
Deixo-as ir
Livres, voam por aí
A saciedade surge de um momento
Um instante, tentação
Timidez denunciada no rubor da tez
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Encontro
Para todos
Serei condenado pelas verdades que eu tive medo de dizer, mas serei absolvido pelas verdades que eu gritei.
Edson Marques / mude.blogspot
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Repetidas noites
Sonho aquelas asas
Chama adentrou minhas madrugadas
Luz que em meus olhos refletia
Fez-se dia
Invasão incandescente, ardia
Deixou o corpo de um sonho em brasa.
Sonho no tempo do nada
Sonhos
São insípidos, inodoros
Todo sonho inexiste quando estou desperta
Vira carvão queimado, cinza
Que a brisa da manhã dissipa
Traz novo dia, nova energia
Chama adentrou minhas madrugadas
Luz que em meus olhos refletia
Fez-se dia
Invasão incandescente, ardia
Deixou o corpo de um sonho em brasa.
Sonho no tempo do nada
Sonhos
São insípidos, inodoros
Todo sonho inexiste quando estou desperta
Vira carvão queimado, cinza
Que a brisa da manhã dissipa
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impronunciável
Avatar
Hoje é o dia que possuo
Vivo como se fosse o último
O primeiro dos meus dias
Jogo-me para dentro dele
Me levo em seus encantos
Choro por dentro suas dores
Envolvo-me em tudo o que é seu
O Crepúsculo, um breve momento, uma prece
O Dia, oportunidade
A noite...
Quero somente o despertar da intensidade
O que a mim for inquietante
Incessante
Tenho fome, a quem me entregar assim?
Alguém que me intensifique mais e mais
Até o infinito, como o eco de um grito.
Meu não à natureza semi-viva
Uma vida morna, sepulcro
Hiato, medo, paralisia
Do oposto, um rasgo, a febre
Metamorfose do tempo de um ‘quase’
Depressão é o sufocamento dos desejos
É meio suicídio.
Tateio as paredes úmidas do meu lugar
Em busca da coisa minha, alma
Avatar!
Aqui, no templo que habito
Corpo meu.
Meus instintos querem se doar
Sem amanhã, eu faço a canção
Embalando o movimento, minha dança
É agora meu momento
E tudo que for para mim e só para mim
Que seja. E seja já!
O que não for
Deixa. E faça-o já!
Repito, 'eu posso me salvar'
Vivo como se fosse o último
O primeiro dos meus dias
Jogo-me para dentro dele
Me levo em seus encantos
Choro por dentro suas dores
Envolvo-me em tudo o que é seu
O Crepúsculo, um breve momento, uma prece
O Dia, oportunidade
A noite...
Quero somente o despertar da intensidade
O que a mim for inquietante
Incessante
Tenho fome, a quem me entregar assim?
Alguém que me intensifique mais e mais
Até o infinito, como o eco de um grito.
Meu não à natureza semi-viva
Uma vida morna, sepulcro
Hiato, medo, paralisia
Do oposto, um rasgo, a febre
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Depressão é o sufocamento dos desejos
É meio suicídio.
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Sem amanhã, eu faço a canção
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Essa tamanha...,
Fato,
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Reflexos
Numa ilha
Pisquei, me distraí
Não vi
Aonde foi parar meu coração?
Dono de si...
Desejo na contra-mão
Palavras não valem o que pode ser a ação
Diz-se sobre a salvação:
‘Sem fé sua obra não tem razão’
Opino então, o que é a fé desacompanhada?
Solidão.
Inspiração
Deus, meu deus, estou perdido
Outra vez.
Sensível, como pétala de flor
Quantas vidas será preciso para encontrar...
Não vi
Aonde foi parar meu coração?
Dono de si...
Desejo na contra-mão
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Diz-se sobre a salvação:
‘Sem fé sua obra não tem razão’
Opino então, o que é a fé desacompanhada?
Solidão.
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Deus, meu deus, estou perdido
Outra vez.
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Raiva, oposição
Imposto, violação
Pecado, prisão
Idéia...
Valores, colocação
Fim, um novo começo
Sentido, acentuação
Vermelho, paixão
Ponto, continuação
Paciência, respiração
Língua...
Fé, verdade
Cópia, desperdício
Futuro, projeção
Água, da fonte
Amor, virtude
Amar, plenitude
Liberdade...
Nudez, cama
Respeito, sucesso
Ervas, natureza
Vida, caminho
Sonhos, destino
Música, viver
Segredos...
Crivo, livre arbítrio
Eu, todos
Viseira, defesa
Fatores, proteção
Olhos, da alma
Voz, orientação
Sinais...
Etiqueta, descrição
Papel, burocracia
Arte, criação
Novo, presente
Origem, infinito
Partícula, indivíduo
Saudade...
Vazio, ecos
Marca, preço
Supra sumo, o avesso
Frente, verso
Dentro, pensamento
Guia, reverência
Sentimento...
Autoridade, obediência
Direito, PROCON
Juízo, consciência
Mágoa, demolição
MIL, expressão
Cores, estação
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Voz, orientação
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Novo, presente
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Partícula, indivíduo
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Dentro
Há dias em que engolir toda a terra não me saciaria. A sede do mundo é o que me seca, o que me falta de substancial, o mesmo que me sobra e eu não posso, não sei dizer. Um complexo justificado por um conjunto emaranhado de emoções e confusões mentais, lutando para transpor este lugar. A mente forçando-se a ir além, ao desconhecido. Algo como um céu, tal qual o abismo. Um lugar que não existe, posto que não se alcança. Não chega. É vôo sem pouso. É uma idéia que existe, se rompe, expande, me acrescenta células e transmuta meus átomos, ela própria me toma nos braços, atravessa meus olhos na intenção de saciar-me. Porém não há átomos, nem terra e toda idéia, que preencham o vazio de universo, que quando quer faz de mim sua morada...
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Baile de máscaras
Rompante, o recado é sua presença
Pierrot ou colombina
Protegidos, sua segunda pele
Pintura fina
Embaçado o olho tenta...
O repente que anuncia sem querer
As luzes podem cegar?
Reflexos, fora do espelho
Emoldurando a cor da paz
Revelam o que há pra detrás
O que nem focado o olho vê...
E para enxergar?
O alvo, a seta
Sangra a quem veio doer
Diz-me, porque?
Pierrot ou colombina
Protegidos, sua segunda pele
Pintura fina
Embaçado o olho tenta...
O repente que anuncia sem querer
As luzes podem cegar?
Reflexos, fora do espelho
Emoldurando a cor da paz
Revelam o que há pra detrás
O que nem focado o olho vê...
E para enxergar?
O alvo, a seta
Sangra a quem veio doer
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Cores e detalhes
Tão de perto os vi,
Não trisquei meus dedos
A textura daqueles tons eu pude sentir, pude mais
Meus olhos tocaram o cheiro de sua natureza.
Uma Arara meus sentidos, todos, viram
Refleti na criação, na perfeição
É uma dádiva existir.
Tão de perto os vi,
Não trisquei meus dedos
A textura daqueles tons eu pude sentir, pude mais
Meus olhos tocaram o cheiro de sua natureza.
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Ser, vivo
Feito de substâncias únicas, insubstituível
Ilimitado , que tange seu resultado
Instantâneo, fracionado
A vida se faz em cada passo
De tempo e espaço, considerados em absoluto
Andando, no ato
O já da respiração, do momento respirar!
Confusão da mente,
Sou bicho, luxo. Sou gente, lixo
Caibo no lugar que é só meu no infinito,
De todos. Volátil
Sem razão. Sem pecado
Progredir meu momento
Adiantar meu lado, ao passo,
Ao próximo, inesperado.
Amor, ódio, alegria, dor, vertigem
Tudo que eu fluir, onde eu posso chegar
Do que se pode ser, vivo.
Ilimitado , que tange seu resultado
Instantâneo, fracionado
A vida se faz em cada passo
De tempo e espaço, considerados em absoluto
Andando, no ato
O já da respiração, do momento respirar!
Confusão da mente,
Sou bicho, luxo. Sou gente, lixo
Caibo no lugar que é só meu no infinito,
De todos. Volátil
Sem razão. Sem pecado
Progredir meu momento
Adiantar meu lado, ao passo,
Ao próximo, inesperado.
Amor, ódio, alegria, dor, vertigem
Tudo que eu fluir, onde eu posso chegar
Do que se pode ser, vivo.
Caminho
Ela evita olhar para não latejar
Pulso que pára ou dispara
Sobram objetos?
Espaço pequeno para dois pensamentos.
Neve de inverno sub-tropical
Febre interna ferve a íris, derrete as idéias
Febre que queima as árvores
Subtrai o oxigênio, deixa as sobras.
Para vestir, para beber, para dormir
Tudo em seu lugar
De ficar, onde está o meu?
Espaço pequeno para dois pensamentos.
Berlim, divisa, linha imaginária e nítida
Homens, semelhantes
Filhos do ventre andam seu destino, aonde chegam?
A depender dos passos que cruzam seu caminho...
A palavra não dita, sua forma pelos olhos escrita
Que ela evita.
A palavra atravessa lugares, alcança-nos a alma
Por dentro dos olhos se faz ler, vês?!
Pulso que pára ou dispara
Sobram objetos?
Espaço pequeno para dois pensamentos.
Neve de inverno sub-tropical
Febre interna ferve a íris, derrete as idéias
Febre que queima as árvores
Subtrai o oxigênio, deixa as sobras.
Para vestir, para beber, para dormir
Tudo em seu lugar
De ficar, onde está o meu?
Espaço pequeno para dois pensamentos.
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Homens, semelhantes
Filhos do ventre andam seu destino, aonde chegam?
A depender dos passos que cruzam seu caminho...
A palavra não dita, sua forma pelos olhos escrita
Que ela evita.
A palavra atravessa lugares, alcança-nos a alma
Por dentro dos olhos se faz ler, vês?!
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Reflexos
Saudade
Saudade é um pouco como fome
Só passa quando se come a presença
Mas às vezes a saudade é tão profunda
que a presença é pouco:
Quer-se absorver a outra pessoa toda.
Essa vontade de um ser o outro
para uma unificação inteira
é um dos sentimentos mais urgentes
que se tem na vida.
Clarice Lispector
Só passa quando se come a presença
Mas às vezes a saudade é tão profunda
que a presença é pouco:
Quer-se absorver a outra pessoa toda.
Essa vontade de um ser o outro
para uma unificação inteira
é um dos sentimentos mais urgentes
que se tem na vida.
Clarice Lispector
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Essa tamanha...,
Leio,
Reflexos
Mundo novo, ou Estranha
Sobra vontade mas ainda falta o tempo
Que não se encontra
Não se questiona o desconhecido
Apresenta-se a ele.
Atitude mental, despudor
O que há por realizar
Remoção ou pode ser nascimento
Chama-se como?
Eu pequeno não sei, saberei!
Quando, repito, eu não sei!
Há de haver...
Encontro com a estranha beleza
Total de viver, êxtase
Tão desejada sapiência, há fé
Sou eu.
Reflexão, a espera do instante reação
Desassossego que faz tremular, quer saltar
Pondera, aguarda sua chance
Imortal, o ser é alma, sempre.
Matéria indefinível, emoção e raciocínio
A mil, a zero
num segundo um século
Instantâneo e fugaz
Extremidades de um intangível, eu.
Sobre mim está a estampa de quem eu ainda não sou
E sou, desde quando abri-me ao conhecimento
Expansão.
Agora estou em construção
Desta nova criatura
Que conheço junto com o próprio desenvolvimento
Meu mundo novo
Crescimento
Que não se encontra
Não se questiona o desconhecido
Apresenta-se a ele.
Atitude mental, despudor
O que há por realizar
Remoção ou pode ser nascimento
Chama-se como?
Eu pequeno não sei, saberei!
Quando, repito, eu não sei!
Há de haver...
Encontro com a estranha beleza
Total de viver, êxtase
Tão desejada sapiência, há fé
Sou eu.
Reflexão, a espera do instante reação
Desassossego que faz tremular, quer saltar
Pondera, aguarda sua chance
Imortal, o ser é alma, sempre.
Matéria indefinível, emoção e raciocínio
A mil, a zero
num segundo um século
Instantâneo e fugaz
Extremidades de um intangível, eu.
Sobre mim está a estampa de quem eu ainda não sou
E sou, desde quando abri-me ao conhecimento
Expansão.
Agora estou em construção
Desta nova criatura
Que conheço junto com o próprio desenvolvimento
Meu mundo novo
Crescimento
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o universo conspira sim,
Observação
Os poemas, de Mario Quintana
Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam vôo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto;
alimentam-se um instante em cada
par de mãos e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava em ti ...
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam vôo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto;
alimentam-se um instante em cada
par de mãos e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava em ti ...
Singular
Não há quem diga o contrário, é exceção
A transparência dos meus olhos
Intenção
No calor da pele
Suor que repele o frio da estação
Frieza não, da palavra o perdão
É distancia, indiferença
Diferenças, implosão.
Chego a pousar no riso verde das montanhas
Cheiro que me apraz
E relaxar o meu olhar sobre o mar...
O vento sopra sua força, provoca revoada e voa com ela
Deixando-me sem ar
Ar? Eu procuro
...
Procuro
...
O despreparo chega e faz meu mundo andar
Eu busco, pretendo, proporciono meu reinventar
Consumo com avidez a sede
Na abundância dos oceanos, sal
Água, da pedra quero o beijo, doce
Não me farto perante a escassez
Eu cavo até encontrar
Intuição
Fareja na terra a umidade
O eixo, a gravidade
E quando chego causo a própria morte
Engulo tudo, consumo, sumo, evaporo
Sou poro
E volto a ser ar
Replanto a semente que me deu a vida
E rego com outros sais
Dos desejos à raiz, morri para renascer
E me fazer feliz
No berço quente da nascente, água corrente
Que me abraça o corpo, cria o novo
Brota flores no jardim
E as lança sobre mim
Eterniza as cores desta obra inacabada
E sem fim
A transparência dos meus olhos
Intenção
No calor da pele
Suor que repele o frio da estação
Frieza não, da palavra o perdão
É distancia, indiferença
Diferenças, implosão.
Chego a pousar no riso verde das montanhas
Cheiro que me apraz
E relaxar o meu olhar sobre o mar...
O vento sopra sua força, provoca revoada e voa com ela
Deixando-me sem ar
Ar? Eu procuro
...
Procuro
...
O despreparo chega e faz meu mundo andar
Eu busco, pretendo, proporciono meu reinventar
Consumo com avidez a sede
Na abundância dos oceanos, sal
Água, da pedra quero o beijo, doce
Não me farto perante a escassez
Eu cavo até encontrar
Intuição
Fareja na terra a umidade
O eixo, a gravidade
E quando chego causo a própria morte
Engulo tudo, consumo, sumo, evaporo
Sou poro
E volto a ser ar
Replanto a semente que me deu a vida
E rego com outros sais
Dos desejos à raiz, morri para renascer
E me fazer feliz
No berço quente da nascente, água corrente
Que me abraça o corpo, cria o novo
Brota flores no jardim
E as lança sobre mim
Eterniza as cores desta obra inacabada
E sem fim
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Idiossincrasia
O ar
Numa conversa com o centro da terra
Relatou a circunstância, aflição
Vislumbrou uma centelha de luz
Desejou ser o sol
Gotejou por não ser
E sorriu por ser o que é
O ar
Em contra-senso
Pediu ao vento pra soprar...
Numa conversa com o centro da terra
Relatou a circunstância, aflição
Vislumbrou uma centelha de luz
Desejou ser o sol
Gotejou por não ser
E sorriu por ser o que é
O ar
Em contra-senso
Pediu ao vento pra soprar...
E daí?!
Eu permito às minhas idéias trânsito livre
Por todos os caminhos de minha alma
Cada fragmento e vácuo
Até que conheçam o bastante
Obtenham forma e conteúdo
Tornem-se palavra.
Está contido nelas o melhor
E o que há de pior em mim
Trajetória descrita por um corpo em movimento,
Minha vida.
Ninguém tem nada a ver com isso.
É isso mesmo!
Por todos os caminhos de minha alma
Cada fragmento e vácuo
Até que conheçam o bastante
Obtenham forma e conteúdo
Tornem-se palavra.
Está contido nelas o melhor
E o que há de pior em mim
Trajetória descrita por um corpo em movimento,
Minha vida.
Ninguém tem nada a ver com isso.
É isso mesmo!
Acróstico
Amigos, como poderia traduzi-los?!
Meus, eternos... tantas aventuras, turras e risos
Incansáveis que nós somos
Guardados, todos! No lugar mais importante que habita meu ser
O elo de uma vida, sei do tempo e suas razões
Sem fim, eu mesmo distante, amo-os, e é incessante.
Minha vida é louca, é breve e insana. Sem drama, não me prostro com demora, logo eu ativo o prosseguir. Não tenho certezas, eu vou! Meus amigos sabem quem sou!
Céus e terra: Obrigada, obrigada e obrigada!
Meus, eternos... tantas aventuras, turras e risos
Incansáveis que nós somos
Guardados, todos! No lugar mais importante que habita meu ser
O elo de uma vida, sei do tempo e suas razões
Sem fim, eu mesmo distante, amo-os, e é incessante.
Minha vida é louca, é breve e insana. Sem drama, não me prostro com demora, logo eu ativo o prosseguir. Não tenho certezas, eu vou! Meus amigos sabem quem sou!
Céus e terra: Obrigada, obrigada e obrigada!
Queda livre
Nada disso me interessa
Não vou me resignar a pagar
com minha dor, nem por amor
O subterfúgio dos teus lábios me cansou
Demorou e nada adiantou
O tempo parou? Andou...
Feito livro sem final,
Difuso.
Sem propósito, imoral
E eu no meio desta farsa, que mal!
De saída eu busco meu lugar
É mágoa minha, tua covardia
Causa e efeito, inseparáveis nos separam.
Nostalgia me toma, volto ao passado
A imagens antigas, rio sozinha...
...Um cheiro de inverno dissipa o que foi
Me arranca de lá, volta meu olhar
Num piscar
Quero não ver sua face desconhecida
Vejo a beleza escondida, velha e morta
O seu atalho é meio caminho andado
De encontro à solidão, guia da escuridão
Desconforto habitual, boa noite
Poder, soberba e manipulação
Anástrofe gradual, parecida com a verdade
Mentira.
A distância se completa com razão
E por meio dela se abrirá o chão
Planos em vão, sugando da inocência
Envenenando a pureza que estende a mão
Crime doloso
Tudo aqui é nada, a cegueira da visão
No final o que sobra é alma
O amanhã é feito agora.
Não vou me resignar a pagar
com minha dor, nem por amor
O subterfúgio dos teus lábios me cansou
Demorou e nada adiantou
O tempo parou? Andou...
Feito livro sem final,
Difuso.
Sem propósito, imoral
E eu no meio desta farsa, que mal!
De saída eu busco meu lugar
É mágoa minha, tua covardia
Causa e efeito, inseparáveis nos separam.
Nostalgia me toma, volto ao passado
A imagens antigas, rio sozinha...
...Um cheiro de inverno dissipa o que foi
Me arranca de lá, volta meu olhar
Num piscar
Quero não ver sua face desconhecida
Vejo a beleza escondida, velha e morta
O seu atalho é meio caminho andado
De encontro à solidão, guia da escuridão
Desconforto habitual, boa noite
Poder, soberba e manipulação
Anástrofe gradual, parecida com a verdade
Mentira.
A distância se completa com razão
E por meio dela se abrirá o chão
Planos em vão, sugando da inocência
Envenenando a pureza que estende a mão
Crime doloso
Tudo aqui é nada, a cegueira da visão
No final o que sobra é alma
O amanhã é feito agora.
O primogênito
Antologia de poemas.
Lançamento dia 26/07/08 as 18hs - Casa das Rosas - São Paulo-SP
Lançamento dia 26/07/08 as 18hs - Casa das Rosas - São Paulo-SP
Este convite é extensivo a todos, principalmente aos que amam a arte e aqueles que fazem da poética um referencial para a vida.
São diversos autores, uns possuem textos e obras já publicados outros tem no SENTIDO INVERSO sua primeira publicação, entre eles M I L__ pseudônimo Marrí Fanco__ com as obras Outros versos e Grito incontido.
Para adquirir um exemplar, entre em contato através do e-mail negocios.nos@gmail.com
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o universo conspira sim
Meu inclassificável
Sentimentos não distribuídos se acumulam em meu corpo, cada pedaço de dentro e toda a extensão de fora. Contudo há uma característica egocêntrica, novidade parida me impulsiona para a vida num desejo crescente, o qual não cabe palavra.
Viva, estou viva! Mais do que estive de 77 até quase agora.
Viva e vibrante!!!
Viva, estou viva! Mais do que estive de 77 até quase agora.
Viva e vibrante!!!
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sexta feira
Filminho
Mãos percorrem segredos
Anseiam novos lugares
Despertam toda espécie de apelos,
Intensidade
No ar há uma espécie de medo que afia vontades
Línguas molham a nudez,
Noite proibida
Pele quente em devaneios,
Inverno frio
O desejo bebe toda embriaguez de nossa sede
O olhar grita a sós
A tortura desse silêncio
Gemidos ao pé do ouvido...
...Deliciosamente sussurrados
Pétalas regadas, devorar intenso que há em nós
Anseiam novos lugares
Despertam toda espécie de apelos,
Intensidade
No ar há uma espécie de medo que afia vontades
Línguas molham a nudez,
Noite proibida
Pele quente em devaneios,
Inverno frio
O desejo bebe toda embriaguez de nossa sede
O olhar grita a sós
A tortura desse silêncio
Gemidos ao pé do ouvido...
...Deliciosamente sussurrados
Pétalas regadas, devorar intenso que há em nós
Verdade
Hemisfério sul
Oceano de águas frias,
Frenéticas e não menos perigosas
Aonde as ondas nascem,
Há brisas tranqüilas
E se agitam ruidosas ventanias
Infinito de águas salgadas
Alto mar, berço de toda pureza
Desbravando a amplidão, cá estou
Sem capa, sem fecho, contudo o eixo
Equilibra os pés aonde não há chão
Lógica e proporção, sinto-me um grão
Trago bagagem pouca nesta aventura
Minh'alma, coragem, o novo
Este último é presente de Deus, obrigada!
Embarcação segura, meu coração mensura
Templo sagrado, acima do bem e do mal
Além do título, originalidade é fundamental
Etc e tal
Oceano de águas frias,
Frenéticas e não menos perigosas
Aonde as ondas nascem,
Há brisas tranqüilas
E se agitam ruidosas ventanias
Infinito de águas salgadas
Alto mar, berço de toda pureza
Desbravando a amplidão, cá estou
Sem capa, sem fecho, contudo o eixo
Equilibra os pés aonde não há chão
Lógica e proporção, sinto-me um grão
Trago bagagem pouca nesta aventura
Minh'alma, coragem, o novo
Este último é presente de Deus, obrigada!
Embarcação segura, meu coração mensura
Templo sagrado, acima do bem e do mal
Além do título, originalidade é fundamental
Etc e tal
Quando não há
Não gosto do absolutismo
Para mim é idiotice
A vida em doses plenas de coragem
O medo está onde não é o meu lugar agora
Eu arrisco os saltos
Sem aventura não ousaria viver
Ocorre-me que quanto mais eu me deixo ir
Mais a vida me lambe e a alegria me sorri!
Para mim é idiotice
A vida em doses plenas de coragem
O medo está onde não é o meu lugar agora
Eu arrisco os saltos
Sem aventura não ousaria viver
Ocorre-me que quanto mais eu me deixo ir
Mais a vida me lambe e a alegria me sorri!
Ciência(s)
Fases, fatos, sol e lua
Conflito e complementação
Eternos,
Fogo e solidão
Entre a importância real e os tolos apegos
Delicadeza crítica de um céu cinzento
Argumento de uma nitidez descrita
No frio cortante dos ventos,
Noite, dia
Em constante dissolução.
°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°
CIÊNCIA
do Lat. scientia
s. f.,
conhecimento rigoroso e racional de qualquer assunto;
corpo de conhecimentos, sobre um determinado tema, obtido mediante um método próprio;
domínio organizado do saber;
conjunto organizado de conhecimentos baseados em relações objectivas verificáveis e dotados de valor universal;
o conjunto das ciências;
o universo da ciência;
instrução;
erudição;
saber fazer;
arte, técnica.
Conflito e complementação
Eternos,
Fogo e solidão
Entre a importância real e os tolos apegos
Delicadeza crítica de um céu cinzento
Argumento de uma nitidez descrita
No frio cortante dos ventos,
Noite, dia
Em constante dissolução.
°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°
CIÊNCIA
do Lat. scientia
s. f.,
conhecimento rigoroso e racional de qualquer assunto;
corpo de conhecimentos, sobre um determinado tema, obtido mediante um método próprio;
domínio organizado do saber;
conjunto organizado de conhecimentos baseados em relações objectivas verificáveis e dotados de valor universal;
o conjunto das ciências;
o universo da ciência;
instrução;
erudição;
saber fazer;
arte, técnica.
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Outono e sequidão
A íris
Quero criar a expansão para o universo
Ávido por diversidade
Quero a condição para minha evolução
Quero inventar meu estilo
E que ninguém ‘grile’ comigo
Quero saber quem sou, e apenas isto!
Quero o infinito para pousar
Asas e anjos querem descansar
Quero mais do que tenho, é tempo
Quero falar, pelos cotovelos até a língua secar
Merecido silêncio, no átrio do meu espírito
Quero escolher, simplesmente!
Quero o querer, sem podar arestas
Agregar o que eu bem entender
Quero não ter que ter razão
Quero intensas verdades
Embrulhadas com a transparência
Quero meus sonhos vividos
Quero os verdadeiros amigos
É para amar que eu vivo, olhos coloridos
Quero cuidar dos meus filhos...
Ávido por diversidade
Quero a condição para minha evolução
Quero inventar meu estilo
E que ninguém ‘grile’ comigo
Quero saber quem sou, e apenas isto!
Quero o infinito para pousar
Asas e anjos querem descansar
Quero mais do que tenho, é tempo
Quero falar, pelos cotovelos até a língua secar
Merecido silêncio, no átrio do meu espírito
Quero escolher, simplesmente!
Quero o querer, sem podar arestas
Agregar o que eu bem entender
Quero não ter que ter razão
Quero intensas verdades
Embrulhadas com a transparência
Quero meus sonhos vividos
Quero os verdadeiros amigos
É para amar que eu vivo, olhos coloridos
Quero cuidar dos meus filhos...
Sobre mim
Em Aquário, encontramos uma alma grandiosa. Abusa das teorias, mas vai além do conceitual, daí se dizer que Aquário é o signo dos inventores. Tem o dom da visão, facilidade para enxergar o que pode dar certo ou não.
Vozes
Não sei das idéias
Não são minhas
Um incomodo
Fisgando meu olhar
Em cada ‘canto’
Dono do seu nome é o silêncio...
Não são minhas
Um incomodo
Fisgando meu olhar
Em cada ‘canto’
Dono do seu nome é o silêncio...
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impronunciável
Traços
Contida num só vôo
Toda minha emoção
Que leva e traz lágrimas, sorrisos e algo mais
Me faz crescer, feliz me faz
Alicerce, a razão, se há
E pés fincados no chão
Expandindo meu centro, coração
Seguir o relógio em paz
Sou um pássaro pequeno
Asas e sonhos
Feitos em tintas coloridas
Minhas sete vidas
Vontade voar me perder
Até encontrar
Sumir entre montanhas
Beber de águas sagradas
Quero ninhos aquecidos
Delicados, franceses...
Romances feitos de risos
Uma tela que a vida pinta em aquarela
Quero a alma livre...
Toda minha emoção
Que leva e traz lágrimas, sorrisos e algo mais
Me faz crescer, feliz me faz
Alicerce, a razão, se há
E pés fincados no chão
Expandindo meu centro, coração
Seguir o relógio em paz
Sou um pássaro pequeno
Asas e sonhos
Feitos em tintas coloridas
Minhas sete vidas
Vontade voar me perder
Até encontrar
Sumir entre montanhas
Beber de águas sagradas
Quero ninhos aquecidos
Delicados, franceses...
Romances feitos de risos
Uma tela que a vida pinta em aquarela
Quero a alma livre...
...por hora.
...
Será que apenas
Os hermetismos pascoais
E os tons, os mil tons
Seus sons e seus dons geniais
Nos salvam, nos salvarão
Dessas trevas e nada mais...
...
Eu quero aproximar
O meu cantar vagabundo
Daqueles que velam
Pela alegria do mundo
Indo e mais fundo
Tins e bens e tais
(Podres poderes/ Caetano)
Será que apenas
Os hermetismos pascoais
E os tons, os mil tons
Seus sons e seus dons geniais
Nos salvam, nos salvarão
Dessas trevas e nada mais...
...
Eu quero aproximar
O meu cantar vagabundo
Daqueles que velam
Pela alegria do mundo
Indo e mais fundo
Tins e bens e tais
(Podres poderes/ Caetano)
Sonhos
Hoje quando acordei, no primeiro instante de lucidez
Enchi meu peito com todo oxigenio que pude
E, lenta e levemente respirei...
Estiquei braços, pernas e tronco, como nunca fiz antes
Me espreguicei! Com vontade de expandir-me.
Hoje quando acordei, senti um súbito e absoluto desejo de voar com a felicidade...
Enchi meu peito com todo oxigenio que pude
E, lenta e levemente respirei...
Estiquei braços, pernas e tronco, como nunca fiz antes
Me espreguicei! Com vontade de expandir-me.
Hoje quando acordei, senti um súbito e absoluto desejo de voar com a felicidade...
Badulaques
Em nome das lembranças
Intimidade no uso de pronomes mudos
Enfeites perdidos na memória desbotada
Mitose instantânea, infecunda
Núcleo partido de um átomo
No ar, poeira antiga e abstrata
Soprada de volta ao seu lugar
Por uma brisa fresca e ingênua
Chamada presente...
Intimidade no uso de pronomes mudos
Enfeites perdidos na memória desbotada
Mitose instantânea, infecunda
Núcleo partido de um átomo
No ar, poeira antiga e abstrata
Soprada de volta ao seu lugar
Por uma brisa fresca e ingênua
Chamada presente...
Declaração
'Sinto-me ainda mais ‘musical’... necessito de sons me embalando a vida e marcando os acontecimentos. Há em minha mente duas palavras insistentes hoje. Uma é gratidão, a outra, emoção...
Brindo à casa
brindo à vida
meus amores
minha família...
Atirei-me ao mar
mar de gente onde
eu mergulho sem receio
mar de gente onde
eu me sinto por inteiro...
Eu acordo com uma
ressaca à guerra
que explode na cabeça
e eu me rendo
a um milagroso dia...
Essa é a luz
que eu preciso
luz que ilumina
cria e nos dá juízo...
Voltar com a maré
sem se distrair
tristeza e pesar
sem se entregar
mal, mal vai passar
mal vou me abalar...
Esperando verdades
de criança
um momento bom como
voltar com a maré
sem se distrair
navegar é preciso se não
a rotina te cansa
tristeza e pesar
sem se entregar...
Interesses na Babilônia
viram nevoeiro
poços em chamas
tiram proveito
passa, passa, passa
passa, passa passageiro
A arte ainda
se mostra primeiro...
Uma onda segue a outra
assim o mar olha pr'o mundo
(Mar de gente – O Rappa)
Brindo à casa
brindo à vida
meus amores
minha família...
Atirei-me ao mar
mar de gente onde
eu mergulho sem receio
mar de gente onde
eu me sinto por inteiro...
Eu acordo com uma
ressaca à guerra
que explode na cabeça
e eu me rendo
a um milagroso dia...
Essa é a luz
que eu preciso
luz que ilumina
cria e nos dá juízo...
Voltar com a maré
sem se distrair
tristeza e pesar
sem se entregar
mal, mal vai passar
mal vou me abalar...
Esperando verdades
de criança
um momento bom como
voltar com a maré
sem se distrair
navegar é preciso se não
a rotina te cansa
tristeza e pesar
sem se entregar...
Interesses na Babilônia
viram nevoeiro
poços em chamas
tiram proveito
passa, passa, passa
passa, passa passageiro
A arte ainda
se mostra primeiro...
Uma onda segue a outra
assim o mar olha pr'o mundo
(Mar de gente – O Rappa)
Enquanto isso...
Enquanto isso
anoitece em certas regiões
E se pudéssemos
ter a velocidade para ver tudo
assistiríamos tudo
A madrugada perto
da noite escurecendo
ao lado do entardecer
a tarde inteira
logo após o almoço
O meio-dia acontecendo em pleno sol
seguido da manhã que correu
desde muito cedo
e que só viram
os que levantaram para trabalhar
no alvorecer que foi surgindo
(Enquanto isso - M.Monte)
"Quero ter e ser tudo, tudo ao mesmo tempo. Compreender o universo em mim"
anoitece em certas regiões
E se pudéssemos
ter a velocidade para ver tudo
assistiríamos tudo
A madrugada perto
da noite escurecendo
ao lado do entardecer
a tarde inteira
logo após o almoço
O meio-dia acontecendo em pleno sol
seguido da manhã que correu
desde muito cedo
e que só viram
os que levantaram para trabalhar
no alvorecer que foi surgindo
(Enquanto isso - M.Monte)
"Quero ter e ser tudo, tudo ao mesmo tempo. Compreender o universo em mim"
Dias auto-falantes
De toda maneira o mundo se descaracteriza bem aqui, à minha frente. Proximidade inexistente, fraqueza da gente. E o pedregulho gigante que incomoda a carne e pára na mente, corta a corrente. Mandinga, idas e vindas. Parafuso frouxo nas sobras do que já se fez. Risco inerente, o excesso de quem cala. Confusão se faz constante, e não obstante, cria-se a eternidade que divide o nós, pontua capítulos, espaços suspensos, indescritíveis, ouso dizer inentendíveis. Ausência da pureza, santidade, um deus. Digitais perdidas, procurando o seu lugar... Gotas, semente, frutos ou nada simplesmente. Aquela certeza da voz a procura do sim, se engoliu.
Poética, linguajar comum, com ‘falo na fala’, esse é meu tom.
Poética, linguajar comum, com ‘falo na fala’, esse é meu tom.
O novo caminho
O bem circunda-me e cuida do que é meu, pois estou a voar livremente sentindo a brisa fresca que vem do mar. Passeio agora de mãos dadas com o amor e nada é maior que o meu viver!
Quem pode ser, seja o que quiser!
Quem pode ser, seja o que quiser!
Ar
Vida, eu a convido, entre! Desfie meu destino.
Não quero saber, LIBERTA-ME!
Me leve em tuas asas e ventos infinitos. Quero o silêncio e os sons, e intensidade para descobri-los. DESATA-ME! Sopre num golpe de ar tudo que de mim puderes sugar, transborde minha vida de alegria. Enxerta minhas entranhas com teus avessos e delícias. Mova-me com paixão. Beba em mim oceanos, que eu tenho sede maior. AFOGA-ME!
Eu posso me salvar!
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O livre arbitrio
Sintomas
Meu silêncio absoluto cospe o maior dos gritos
Deixando-os surdos, pobres de espírito
Vapor oriundo da febre mental, precoce e infernal
Percepção epitelial, consciência emocional
Aspectos práticos, recursos necessários
Num quotidiano neurótico e repleto de atos falhos
Sem preguiça, eu agito as aparências circunstanciais
Meus intentos eu nem penso em postergar, arrisco sem piscar
Não há medo que faça eu voltar meus passos nem me faça olhar pra trás...
Deixando-os surdos, pobres de espírito
Vapor oriundo da febre mental, precoce e infernal
Percepção epitelial, consciência emocional
Aspectos práticos, recursos necessários
Num quotidiano neurótico e repleto de atos falhos
Sem preguiça, eu agito as aparências circunstanciais
Meus intentos eu nem penso em postergar, arrisco sem piscar
Não há medo que faça eu voltar meus passos nem me faça olhar pra trás...
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Masturbação mental
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Assim como Nietzsche, você precisa ter intimidade com Deus e ser livre nas coisas do Espírito para suportar a intensidade do meu grito e a paixão escandalosa que eu tenho pela Vida. Tem que adorar o que é proibido e ser predestinado ao Labirinto que vai além do que é normal. Tem que ter ainda a doce experiência simultânea de sete solidões maravilhosas, dois corações completamente enlouquecidos — e os olhos abertos para ver o que está mais longe. Senão, você não me compreende.
Mas compreender-me não é imprescindível.
Interessam-me as tuas emoções.
Mas compreender-me não é imprescindível.
Interessam-me as tuas emoções.
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Leio
Sem sentidos
Meus pensamentos voam pra longe
Criando novos lugares em meu ser
Me levam pra perto de ecos, arrepios sonoros, distantes
Barco a deriva, ultrapassa a linha do meu entendimento.
Me estico, espio a fresta deixada em mim
E mesmo assim não enxergo o que vem de lá
Lá de fora, não consigo entrar
Minha voz emudeceu, as idéias sumiram
Deixando apenas meus olhos, que percorrem o céu
Procurando no infinito o eco do grito...
Criando novos lugares em meu ser
Me levam pra perto de ecos, arrepios sonoros, distantes
Barco a deriva, ultrapassa a linha do meu entendimento.
Me estico, espio a fresta deixada em mim
E mesmo assim não enxergo o que vem de lá
Lá de fora, não consigo entrar
Minha voz emudeceu, as idéias sumiram
Deixando apenas meus olhos, que percorrem o céu
Procurando no infinito o eco do grito...
Aonde está o saber?
Parar pra pensar, matutar e perceber
A âncora amarrada ao pescoço
Mergulhar nas profundezas do oceano
De corais e calmarias mentais
De cabeça para baixo
Vendo tudo ao contrário
Para sobrar o que?! ou sobrar nada!
Divergências impróprias
Fatos, donos de sí, que afogam intenções
Desmancham as razões
Abismo, num raio de '50cm'
Abandono da fé, solidão acompanhada
Montanha erguida sobre o nada
O ápice do conhecimento,
É aí que se perde o alcance,
Lamento
A claridade do céu esconde a imensidão do véu
Fraquezas expostas, que a noite traz
Deixa aparecer o avesso do ser
O que se pode fazer?!
Seguir, as respostas não batem à porta
Estão aonde os passos vão chegar
Pensar é pouco pra saber...
A âncora amarrada ao pescoço
Mergulhar nas profundezas do oceano
De corais e calmarias mentais
De cabeça para baixo
Vendo tudo ao contrário
Para sobrar o que?! ou sobrar nada!
Divergências impróprias
Fatos, donos de sí, que afogam intenções
Desmancham as razões
Abismo, num raio de '50cm'
Abandono da fé, solidão acompanhada
Montanha erguida sobre o nada
O ápice do conhecimento,
É aí que se perde o alcance,
Lamento
A claridade do céu esconde a imensidão do véu
Fraquezas expostas, que a noite traz
Deixa aparecer o avesso do ser
O que se pode fazer?!
Seguir, as respostas não batem à porta
Estão aonde os passos vão chegar
Pensar é pouco pra saber...
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Masturbação mental,
tantos porquês
Direção
Ao ler a linha da vida, na palma das mãos escrita
Aprendo a ter cuidado no caminho de ida
Escolher o bem, e semear...
Poeiras da estrada, que nem água da chuva pode apagar
Meu ideal, galgar degraus num impacto absoluto, reto
Preservar a plenitude e a leveza do andar, para não ter que voltar
E refazer alguma parte de um passado borrado, o tempo é precioso demais
Feridas não matam, mas rebocam a paz do tempo que virá
Pegadas, marcas eternas que o olhar do dono há de enxergar
Resquícios de histórias vividas, opções diversas, infindáveis
Fragmentos, relíquias, retalhos, toda forma de pensar
Costura de viver uma existência ímpar...
Aprendo a ter cuidado no caminho de ida
Escolher o bem, e semear...
Poeiras da estrada, que nem água da chuva pode apagar
Meu ideal, galgar degraus num impacto absoluto, reto
Preservar a plenitude e a leveza do andar, para não ter que voltar
E refazer alguma parte de um passado borrado, o tempo é precioso demais
Feridas não matam, mas rebocam a paz do tempo que virá
Pegadas, marcas eternas que o olhar do dono há de enxergar
Resquícios de histórias vividas, opções diversas, infindáveis
Fragmentos, relíquias, retalhos, toda forma de pensar
Costura de viver uma existência ímpar...
Desencapada
Ou será o universo fazendo valer o seu poder?
A cabeça fervilhando aguçada, os olhos inquietos
Quebra-cabeças, matéria difícil, leitura incompleta
No mar, gotas desconhecidas
Mistério da vida
Simples, vento sem poeira, espelho e sua imagem
Quem sou eu, quem é você? Eu leio para aprender
Me rasgo num processo indolor, sem limites
E reinvento se preciso for, libertar o pensamento
Mastigar o desconhecido
Ou será sua existência, ensinando-me a viver!
Desmoronando as muralhas de uma era antiga, distante
Exorcizando fantasmas, que correm de nós assustados!
Me despir dos medos é fortalecer meus pilares
Expandir meus ares
Complexo, cavidade funda, caminho estreito, afiado
E grão, me entrego ao plexo de ser seu par, eu digo sim!
Me banho em águas para sorver seu encanto de fogo
Tomo posse do meu mundo e me torno um oceano
Vida de fundo do mar
A cabeça fervilhando aguçada, os olhos inquietos
Quebra-cabeças, matéria difícil, leitura incompleta
No mar, gotas desconhecidas
Mistério da vida
Simples, vento sem poeira, espelho e sua imagem
Quem sou eu, quem é você? Eu leio para aprender
Me rasgo num processo indolor, sem limites
E reinvento se preciso for, libertar o pensamento
Mastigar o desconhecido
Ou será sua existência, ensinando-me a viver!
Desmoronando as muralhas de uma era antiga, distante
Exorcizando fantasmas, que correm de nós assustados!
Me despir dos medos é fortalecer meus pilares
Expandir meus ares
Complexo, cavidade funda, caminho estreito, afiado
E grão, me entrego ao plexo de ser seu par, eu digo sim!
Me banho em águas para sorver seu encanto de fogo
Tomo posse do meu mundo e me torno um oceano
Vida de fundo do mar
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Reflexos
Hoje eu respiro amanhã, sem dormir, o céu da boca em cócegas. Tudo plenamente livre e próximo...
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Cardio
Imorais (Christiaan Oyens e Zélia Duncan)
Os imorais
Falam de nós
Do nosso gosto
Nosso encontro
Da nossa voz
Os imorais
se chocam
por nós
Por nosso brilho
Nosso estilo
Nossos lençóis
Mas um dia, eu sei
A casa cai
E então
A moral da história
Vai estar sempre na glória
De fazermos o que nos satisfaz
Os imorais
Falam de nós
Do nosso gosto
Nosso encontro
Da nossa voz
Os imorais
sorriram pra nós
Fingiram trégua
Fizeram média
Venderam paz
Mas um dia, eu sei
A casa cai
E então
A moral da história
Vai estar sempre na glória
De fazermos o que nos satisfaz
Falam de nós
Do nosso gosto
Nosso encontro
Da nossa voz
Os imorais
se chocam
por nós
Por nosso brilho
Nosso estilo
Nossos lençóis
Mas um dia, eu sei
A casa cai
E então
A moral da história
Vai estar sempre na glória
De fazermos o que nos satisfaz
Os imorais
Falam de nós
Do nosso gosto
Nosso encontro
Da nossa voz
Os imorais
sorriram pra nós
Fingiram trégua
Fizeram média
Venderam paz
Mas um dia, eu sei
A casa cai
E então
A moral da história
Vai estar sempre na glória
De fazermos o que nos satisfaz
Canais Olhos e Janela abertos!
Sem destreza absoluta, indivíduos
A humanidade e toda sua complexidade
Protagonistas ou meros transeuntes
Fazendo historia ao passo possível das pernas
Obra inacabada, em constante formação
Tinta e pincel desenhando uma aquarela
Hoje existe uma janela, ontem era só o contorno dela
Uma aventura feita em arte, pular a janela
Braços e sentidos absorvendo o mundo inteiro!
Mantendo aberto o caminho percorrido...
Escritos na memória, a janela é a moldura da tela
A passagem entre mundos distintos
Olhos são lanternas clareando a estrada
Olhos não mentem porque não falam
Olhos nos olhos se entendem
Olhos atentos acompanham o movimento
Olhos distraídos, a um passo do abismo
Janelas são os olhos da alma,
(I)limitando o ser à sua própria dimensão
A humanidade e toda sua complexidade
Protagonistas ou meros transeuntes
Fazendo historia ao passo possível das pernas
Obra inacabada, em constante formação
Tinta e pincel desenhando uma aquarela
Hoje existe uma janela, ontem era só o contorno dela
Uma aventura feita em arte, pular a janela
Braços e sentidos absorvendo o mundo inteiro!
Mantendo aberto o caminho percorrido...
Escritos na memória, a janela é a moldura da tela
A passagem entre mundos distintos
Olhos são lanternas clareando a estrada
Olhos não mentem porque não falam
Olhos nos olhos se entendem
Olhos atentos acompanham o movimento
Olhos distraídos, a um passo do abismo
Janelas são os olhos da alma,
(I)limitando o ser à sua própria dimensão
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Observação
Impotência
Vontade correr
Vontade sair, sem rumo
Vontade sumir, gritar
Vontade mergulhar de olhos abertos
Vontade viajar, voar
Vontade ser invisível, imperecível
Vontade chorar, até secar
Vontade me perder
Vontade te encontrar
Vontade não ouvir, não falar
Vontade preencher um vazio, me soltar
Vontade dançar
Vontade burlar o tempo, pular um dia...
Vontade antecipar meus estímulos,
Vontade tirar da garganta o ‘nó’ que me faz engasgar
vontade não ter vontade de muito do que eu tenho vontade
Vontade sair, sem rumo
Vontade sumir, gritar
Vontade mergulhar de olhos abertos
Vontade viajar, voar
Vontade ser invisível, imperecível
Vontade chorar, até secar
Vontade me perder
Vontade te encontrar
Vontade não ouvir, não falar
Vontade preencher um vazio, me soltar
Vontade dançar
Vontade burlar o tempo, pular um dia...
Vontade antecipar meus estímulos,
Vontade tirar da garganta o ‘nó’ que me faz engasgar
vontade não ter vontade de muito do que eu tenho vontade
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Insanidade
Escolha divina
Sem concordar voce respeita
E observa as piruetas que realizo ao voar
Protege meu pouso, me evita a dor
A plenitude presente em seu amor
A sua luta, sua cruz
Dói em mim o teu penar
Maior que a vida é o nosso 'amar'
Diferenças descritas, imensas
Em semelhanças indescritíveis
Nós somos incríveis!
Quero seus limites testados, ultrapassados
Saber que é está menor seu fardo
E portanto, a felicidade é seu canto!
Eu a amo tanto...
... O espelho vê meu pranto, engolido
Por uma tal saudade absorvido,
Contigo estou unida por toda minha vida
E observa as piruetas que realizo ao voar
Protege meu pouso, me evita a dor
A plenitude presente em seu amor
A sua luta, sua cruz
Dói em mim o teu penar
Maior que a vida é o nosso 'amar'
Diferenças descritas, imensas
Em semelhanças indescritíveis
Nós somos incríveis!
Quero seus limites testados, ultrapassados
Saber que é está menor seu fardo
E portanto, a felicidade é seu canto!
Eu a amo tanto...
... O espelho vê meu pranto, engolido
Por uma tal saudade absorvido,
Contigo estou unida por toda minha vida
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Mainha
Um relato sobre nós
Você chegou assim
A princípio poesia, nada a comprometer
Um entra e sai em páginas virtuais
Nem imaginava quem era você
E eu ali pronta a me consolar
De outros amores
Entre tantos rumores
Sem notar que era seguida por um outro olhar
O tempo passou
E num dia que era pra ser mais de despedida
Saia, sandália e camiseta, era assim que estava vestida
Quando nos conhecemos naquele show
Quilômetros nos separou
Nos afastou
Sem saber que um pouco mais na frente
Iria nos unir de uma forma especial e diferente
Chegou o inverno
Me propus a abrir o verbo
Falei tudo do meu jeito, sou muito escrachada
E ela assim ficou, meio confusa e assustada
No começo fuga, confesso que sim
Mas, logo depois me via em um outro lugar
Desvendando mistérios
Típicos do signo de ar
Os dias passaram
As tempestades da estação seus raios calaram
E como um arco-íris, após chuva que estancou
Minha vida começou a ganhar cor
Às vezes atônita, tentei fugir
Corria, corria
Mas, quando olhava pra trás
Sua calma e serenidade estavam ali, pronta a me assistir
Decidi genuinamente que iria ao seu encontro
Mas, para nosso lamento
Ventos sopraram contra-pontos
Prolongando o destino para um outro momento
Entre silêncio e sofrimento o ano se rompeu
Por um tempo aquele sentimento adormeceu
Naquele dia de domingo ela se pronunciou
Dizendo que algo que batia por dentro se fechou
Foi quando meu coração ficou doente
Senti que tinha perdido minha flor
E muito descontente
Chorei durante uma semana aquela dor
Sem norte fiquei, tentei me acalmar, respirar, respeitar
Mas, músicas, poesias e cada passo me faziam lembrar
Segurei até onde pude minha vontade de ligar
Inconformada rompi com a promessa, decidi a procurar
Entre erros e desacertos, lá estavam os ponteiros
Apontando pra nós, pra um novo tempo
Tempo de paz
Eu, você e ninguém mais
Depois de longa caminhada
Esse samba enredo se desenrolou de verdade
No carnaval, fui matar a minha, a nossa vontade
E finalmente, num dia claro, pousei dos tantos vôos da madrugada...
A princípio poesia, nada a comprometer
Um entra e sai em páginas virtuais
Nem imaginava quem era você
E eu ali pronta a me consolar
De outros amores
Entre tantos rumores
Sem notar que era seguida por um outro olhar
O tempo passou
E num dia que era pra ser mais de despedida
Saia, sandália e camiseta, era assim que estava vestida
Quando nos conhecemos naquele show
Quilômetros nos separou
Nos afastou
Sem saber que um pouco mais na frente
Iria nos unir de uma forma especial e diferente
Chegou o inverno
Me propus a abrir o verbo
Falei tudo do meu jeito, sou muito escrachada
E ela assim ficou, meio confusa e assustada
No começo fuga, confesso que sim
Mas, logo depois me via em um outro lugar
Desvendando mistérios
Típicos do signo de ar
Os dias passaram
As tempestades da estação seus raios calaram
E como um arco-íris, após chuva que estancou
Minha vida começou a ganhar cor
Às vezes atônita, tentei fugir
Corria, corria
Mas, quando olhava pra trás
Sua calma e serenidade estavam ali, pronta a me assistir
Decidi genuinamente que iria ao seu encontro
Mas, para nosso lamento
Ventos sopraram contra-pontos
Prolongando o destino para um outro momento
Entre silêncio e sofrimento o ano se rompeu
Por um tempo aquele sentimento adormeceu
Naquele dia de domingo ela se pronunciou
Dizendo que algo que batia por dentro se fechou
Foi quando meu coração ficou doente
Senti que tinha perdido minha flor
E muito descontente
Chorei durante uma semana aquela dor
Sem norte fiquei, tentei me acalmar, respirar, respeitar
Mas, músicas, poesias e cada passo me faziam lembrar
Segurei até onde pude minha vontade de ligar
Inconformada rompi com a promessa, decidi a procurar
Entre erros e desacertos, lá estavam os ponteiros
Apontando pra nós, pra um novo tempo
Tempo de paz
Eu, você e ninguém mais
Depois de longa caminhada
Esse samba enredo se desenrolou de verdade
No carnaval, fui matar a minha, a nossa vontade
E finalmente, num dia claro, pousei dos tantos vôos da madrugada...
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www.soprosdoeu.blogspot.com
Viagem sobre viver
Não há meios de conhecer a razão do universo
Ao decidir aproximar vc de mim
E agora nos unir com laços tão belos e singelos.
Vividos tanto amor e tanta dor antes de nós,
E quando eu pensava não haver sobrado nada
Além do superficial e epitelial
Deus, o universo, a energia _ ou todos juntos_
Em sua generosidade me banhou a alma,
Me trouxe o novo, o dobro
E delicadamente me ensina agora
Que sou maior quando acredito ser,
É preciso experimentar toda a vontade de viver.
Eu desejo a vida em sua totalidade,
Quero amar um amor de verdade,
Fazer valer a pena cada piscar dos meus olhos,
Cada suor dos meus poros,
Aprender a cada instante sobre a minha condição,
Transformando em amor o pouco e o tudo que sou
Ao decidir aproximar vc de mim
E agora nos unir com laços tão belos e singelos.
Vividos tanto amor e tanta dor antes de nós,
E quando eu pensava não haver sobrado nada
Além do superficial e epitelial
Deus, o universo, a energia _ ou todos juntos_
Em sua generosidade me banhou a alma,
Me trouxe o novo, o dobro
E delicadamente me ensina agora
Que sou maior quando acredito ser,
É preciso experimentar toda a vontade de viver.
Eu desejo a vida em sua totalidade,
Quero amar um amor de verdade,
Fazer valer a pena cada piscar dos meus olhos,
Cada suor dos meus poros,
Aprender a cada instante sobre a minha condição,
Transformando em amor o pouco e o tudo que sou
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encanto
Consanguíneos
O que por nós posso querer
Além de desejar o mar, e sumir,
Mergulhar corais
Me embrenhar no limo de oceanos distantes
Manter distância, observar
Até me orgulhar quando seu momento chegar
Sem reservas, doei mais que um coração
Te dei a mão, carinho, meu colo, atenção.
E daí?
Não te importa minha condição
Sem explicação a sua inércia
Que fazes da vida? Minha querida
São teus dias que feres,
São tuas as páginas em branco
E isso lhe fará chorar, vai doer
Impossível é deixar de te amar
Eterna e substancialmente.
Agora vou
De longe de olhar, te amar
Não fico mais
Ficamos tempo demais
Senhor é o tempo
Quando chegar sua hora
Estarei nesta porta, pronta
Pro abraço que desejo agora
Além de desejar o mar, e sumir,
Mergulhar corais
Me embrenhar no limo de oceanos distantes
Manter distância, observar
Até me orgulhar quando seu momento chegar
Sem reservas, doei mais que um coração
Te dei a mão, carinho, meu colo, atenção.
E daí?
Não te importa minha condição
Sem explicação a sua inércia
Que fazes da vida? Minha querida
São teus dias que feres,
São tuas as páginas em branco
E isso lhe fará chorar, vai doer
Impossível é deixar de te amar
Eterna e substancialmente.
Agora vou
De longe de olhar, te amar
Não fico mais
Ficamos tempo demais
Senhor é o tempo
Quando chegar sua hora
Estarei nesta porta, pronta
Pro abraço que desejo agora
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Vida na contra-mão
Grito incontido
Quem imagina ver chegar uma flor
Trazendo consigo um novo amor
Acompanhando meus passos, tecendo laços
Me criando embaraços, não sabia mais dos abraços
O amor me acorda com beijos, me desperta infinitos desejos
Nascendo a qualquer hora, madrugada a fora
Agora incrustado em meu corpo
Desde ontem deixou-me quase morto, partiu...
Asa ferida, meu ar pouco
Sobram lembranças, experimentadas ou apenas sentidas
O impulso impediu, o motivo quem sabe é quem decidiu
Talvez tanto amor fosse pouco, nem fosse
Talvez fosse demais
E eu atolada, meu peito imenso cheio de nada
Amor lançado ao mar, ajudando o vento a soprar
Sentimento
Desembarcando na próxima parada
Quantos pedaços pra deixar nesta estrada
Desejo acordado, sonho adormecido
Noite cumprida, intranqüila
Incredulidade diante dos fatos
Conseqüência da falta de paciência
Nossos calos, erros, nossos atos
Uma fraude em seu auge
Solidão é a única que aplaude
O fim das nossas intenções
Não tenho o poder que precisas
Minha prova não tem nota
Janela e porta, sem trinco sem nada
Precipício, o fim no inicio
Trazendo consigo um novo amor
Acompanhando meus passos, tecendo laços
Me criando embaraços, não sabia mais dos abraços
O amor me acorda com beijos, me desperta infinitos desejos
Nascendo a qualquer hora, madrugada a fora
Agora incrustado em meu corpo
Desde ontem deixou-me quase morto, partiu...
Asa ferida, meu ar pouco
Sobram lembranças, experimentadas ou apenas sentidas
O impulso impediu, o motivo quem sabe é quem decidiu
Talvez tanto amor fosse pouco, nem fosse
Talvez fosse demais
E eu atolada, meu peito imenso cheio de nada
Amor lançado ao mar, ajudando o vento a soprar
Sentimento
Desembarcando na próxima parada
Quantos pedaços pra deixar nesta estrada
Desejo acordado, sonho adormecido
Noite cumprida, intranqüila
Incredulidade diante dos fatos
Conseqüência da falta de paciência
Nossos calos, erros, nossos atos
Uma fraude em seu auge
Solidão é a única que aplaude
O fim das nossas intenções
Não tenho o poder que precisas
Minha prova não tem nota
Janela e porta, sem trinco sem nada
Precipício, o fim no inicio
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leia no SENTIDO INVERSO
Sub-literatura
Sem proteção ou armadura,
A carne exposta e a ‘cara’ nua, lavada
Sem dizer nada
Agudo reto ou obtuso
Expansão angular
Observar o percurso elementar
Me lançar em trajetória secular
Dissertando com o olhar
Intelecto suburbano, sou individuo
Num esforço sub-humano, ridículo
Utilizo a sub-literatura pra falar da vida dura
Fixando a mente em meu desejo ardente
Eu quero que tudo se acabe
Que de cima a baixo o mal se rasgue
Quando inclino meu olhar
Pronto pra saber e decifrar
O que há em seu olhar
Percebo o bem que nos salva
E resgata a validade do tempo
A criação sob os olhos da perfeição
Aprendemos mais que antes
Agora sabemos.......
A carne exposta e a ‘cara’ nua, lavada
Sem dizer nada
Agudo reto ou obtuso
Expansão angular
Observar o percurso elementar
Me lançar em trajetória secular
Dissertando com o olhar
Intelecto suburbano, sou individuo
Num esforço sub-humano, ridículo
Utilizo a sub-literatura pra falar da vida dura
Fixando a mente em meu desejo ardente
Eu quero que tudo se acabe
Que de cima a baixo o mal se rasgue
Quando inclino meu olhar
Pronto pra saber e decifrar
O que há em seu olhar
Percebo o bem que nos salva
E resgata a validade do tempo
A criação sob os olhos da perfeição
Aprendemos mais que antes
Agora sabemos.......
Para comemorar o aniversário da minha flor
Só posso descrever assim, em poesia
Pois, o que mais posso dizer
Se não que o amor é um verso
Um verso inexorável, inabalável
O mais bonito dos versos
Um verso em que as linhas não acabam, continuam
Se extendem, se entendem, divergem e convergem...
Para comemorar o aniversário da minha flor
Só posso descrever assim, como tudo começou
Uma pitada de poesia e um punhado de carinho
Que como ar e fogo, cresceu e se fez assim
Um novo amor...
Dedico estes versos a ti, minha amada
Sentimento recente
De uma paixão crescente
Misturada a uma vontade de muitos aninhos
Para muito eu te enamorar e junto a ti comemorar...
Só posso descrever assim, em poesia
Pois, o que mais posso dizer
Se não que o amor é um verso
Um verso inexorável, inabalável
O mais bonito dos versos
Um verso em que as linhas não acabam, continuam
Se extendem, se entendem, divergem e convergem...
Para comemorar o aniversário da minha flor
Só posso descrever assim, como tudo começou
Uma pitada de poesia e um punhado de carinho
Que como ar e fogo, cresceu e se fez assim
Um novo amor...
Dedico estes versos a ti, minha amada
Sentimento recente
De uma paixão crescente
Misturada a uma vontade de muitos aninhos
Para muito eu te enamorar e junto a ti comemorar...
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meu encanto,
presente
Amigos amores e saudade
Janeiro se vai, este não volta mais. Sobrevôo mares e montanhas, vencendo tempestades pra encontrar, numa energia solar, todos que eu amo. São seus hoje, meu dia, pensamento e minha energia.
Cubro com ternura nossa amizade, nosso amor, únicos, que permanecem na beleza que nasceu entre olhares e sorrisos. Saudade imensa. A eternidade é nossa. T amo.
Todo amor para sua vida, a cada um.
Cubro com ternura nossa amizade, nosso amor, únicos, que permanecem na beleza que nasceu entre olhares e sorrisos. Saudade imensa. A eternidade é nossa. T amo.
Todo amor para sua vida, a cada um.
Vôo da madrugada
Carros que chegam aos montes
Preenchem os espaços vazios
No vai e vem notável entre faróis e lençóis
Escurecendo a poeira escondida na noite
Revelando sobre as sombras a fumaça
Tanta gente que passa, outra gente que marca
Tem graça, todo tempo do mundo no fim das horas
Falta pouco para outro começo
Música e eu, a sós, procurando o que?
Finas cordas que embalam minhas horas, eu danço
No congo a minha pátria, amor sem preço
E volto aqui, pra saber de novo
Medo armado, fio desencapado
Que momento raro! Não sou mais um livro caro
Tornei-me um daqueles de placebo
Conhecendo muitos olhos, outras peles, outros sons
Procuro a letra imortal, intensidade tal
Música e eu, a sós
Encontro singular, expressão das minhas verdades
Meus espaços arquivados, entre lua e estrelas
Acordando a escuridão, piscando entre o tudo e o nada
Por um instante libertada
Pássaro, no vôo da madrugada
Preenchem os espaços vazios
No vai e vem notável entre faróis e lençóis
Escurecendo a poeira escondida na noite
Revelando sobre as sombras a fumaça
Tanta gente que passa, outra gente que marca
Tem graça, todo tempo do mundo no fim das horas
Falta pouco para outro começo
Música e eu, a sós, procurando o que?
Finas cordas que embalam minhas horas, eu danço
No congo a minha pátria, amor sem preço
E volto aqui, pra saber de novo
Medo armado, fio desencapado
Que momento raro! Não sou mais um livro caro
Tornei-me um daqueles de placebo
Conhecendo muitos olhos, outras peles, outros sons
Procuro a letra imortal, intensidade tal
Música e eu, a sós
Encontro singular, expressão das minhas verdades
Meus espaços arquivados, entre lua e estrelas
Acordando a escuridão, piscando entre o tudo e o nada
Por um instante libertada
Pássaro, no vôo da madrugada
Start
Ouvir as próprias respostas
Esmiuçar descobertas
Fuçar pequenas frestas
Perspectivas, pontos de vista
Sentir o sangue correr, percorrer artérias
E as veias aquecer
Ferver, de raiva e de prazer
Estar nu sem ser exposto aos olhos da maldade
O universo é o infinito, é cada um
Atração, lei primeira, rio que deságua a beira mar
Mar que traduz a liberdade dos que podem voar
Não há maneira de fugir, nem é preciso mentir
O start da mente alcança a consciência
Antes mesmo de chegar a esquina
A rua deserta e a mente desperta ensinam
Meus extremos, intensos, atentos
Ouvir as próprias respostas
Opção sonora, bem viver
Esmiuçar descobertas
Fuçar pequenas frestas
Perspectivas, pontos de vista
Sentir o sangue correr, percorrer artérias
E as veias aquecer
Ferver, de raiva e de prazer
Estar nu sem ser exposto aos olhos da maldade
O universo é o infinito, é cada um
Atração, lei primeira, rio que deságua a beira mar
Mar que traduz a liberdade dos que podem voar
Não há maneira de fugir, nem é preciso mentir
O start da mente alcança a consciência
Antes mesmo de chegar a esquina
A rua deserta e a mente desperta ensinam
Meus extremos, intensos, atentos
Ouvir as próprias respostas
Opção sonora, bem viver
Janelas abertas
Novidade atravessada
Velha calçada, que suporta o peso
Não reclama de nada
Concreto, areia e pisadas
Penso eu não sei
Quando pulsa a loucura,
Tristeza, procuro sua cura
Verdade, sem promessas nem juras
Ciclos, e saturno finda em mim
Novo inicio meio e fim
Abro janelas, e vôo além delas
A brisa arrepia todos os poros
Novo instante contagia, fascina
Bom para hoje é pouco
Mais que ouro, meu tesouro
A novidade é o tempo, eterno e urgente
Planeta que encerra o ciclo, infinito
Incontido calor, lua, chuva, mar, par
Novo sorriso, luz para me alcançar
Velha calçada, que suporta o peso
Não reclama de nada
Concreto, areia e pisadas
Penso eu não sei
Quando pulsa a loucura,
Tristeza, procuro sua cura
Verdade, sem promessas nem juras
Ciclos, e saturno finda em mim
Novo inicio meio e fim
Abro janelas, e vôo além delas
A brisa arrepia todos os poros
Novo instante contagia, fascina
Bom para hoje é pouco
Mais que ouro, meu tesouro
A novidade é o tempo, eterno e urgente
Planeta que encerra o ciclo, infinito
Incontido calor, lua, chuva, mar, par
Novo sorriso, luz para me alcançar
Necessidade
Fácil, não nada
Foi como sufocar meu coração
Da gigantesca vontade do amor
E aquele silêncio debilitou meus sentido
Calou a minha voz
Até que a consciência acordou
Soprou os guardados
Sacudiu meu corpo fraco
Fácil, não nada
Foi como sufocar-me outra vez
Sem eixo, vi a paz
Necessidade pura
Sentimento,
Entregue a deus, ao tempo
Coração ao relento,
Pulsando pouco agora espera
Só espera...
Foi como sufocar meu coração
Da gigantesca vontade do amor
E aquele silêncio debilitou meus sentido
Calou a minha voz
Até que a consciência acordou
Soprou os guardados
Sacudiu meu corpo fraco
Fácil, não nada
Foi como sufocar-me outra vez
Sem eixo, vi a paz
Necessidade pura
Sentimento,
Entregue a deus, ao tempo
Coração ao relento,
Pulsando pouco agora espera
Só espera...
passageiros
Quem somos afinal, vitimas?
Conseqüências! dos outros até
mas mais de nós, daquilo que fomos
Do que somos, ato e pensamento
caminhos, tantos que nem sempre sabemos
qual o certo? ¬_que eu quero ver as flores_
ou errando, pisando num emaranhado composto de mato
seco, contudo é fato: há lição, por onde for
se amplia a visão, multiplica os tons
faz crescer a alma, acreditar na calma
sonhar tantos e tantos desejos
até enfim sabermos pra que viemos
por acaso, por missão...
... quem somos? o vazio, um turbilhão
complexo da total simplicidade
Um tufão?
‘Passageiros’ é o que somos
Conseqüências! dos outros até
mas mais de nós, daquilo que fomos
Do que somos, ato e pensamento
caminhos, tantos que nem sempre sabemos
qual o certo? ¬_que eu quero ver as flores_
ou errando, pisando num emaranhado composto de mato
seco, contudo é fato: há lição, por onde for
se amplia a visão, multiplica os tons
faz crescer a alma, acreditar na calma
sonhar tantos e tantos desejos
até enfim sabermos pra que viemos
por acaso, por missão...
... quem somos? o vazio, um turbilhão
complexo da total simplicidade
Um tufão?
‘Passageiros’ é o que somos
e voce?
ao ar meus véus rasgar
carne, alma e mente
tirar a ferrugem,
mudar, mutar... o vocabulário,
metaforica e literalmente
sou sempre um pouco diferente
prefiro o 'papo' reto, sem frase feita
gosto de arte... intensifica o viver
eu quero o que eu posso querer, e voce?
carne, alma e mente
tirar a ferrugem,
mudar, mutar... o vocabulário,
metaforica e literalmente
sou sempre um pouco diferente
prefiro o 'papo' reto, sem frase feita
gosto de arte... intensifica o viver
eu quero o que eu posso querer, e voce?
'emoção da gente'
'aprendo com meus desejos
penso com meus pesos
minha vida... unica
movendo tudo em redor
trazendo à tona
o que é meu
não me dei conta.
agora sei, pura emõção
é o amor emociona a gente
intensifica o pulso
faz meu sangue ferver'
penso com meus pesos
minha vida... unica
movendo tudo em redor
trazendo à tona
o que é meu
não me dei conta.
agora sei, pura emõção
é o amor emociona a gente
intensifica o pulso
faz meu sangue ferver'
Outros Versos
Abrir a mente em idéias soltas
Desvendar a vida
Num vôo intenso, o rosto exposto
Ventos e acontecimentos
O silêncio... um oceano
Suor em gotas sufocadas de ar
Mergulhar distâncias, céu e mar
Elementos igualando o pulsar
Esta porta aberta, à espera
Tocar meus olhos em teu olhar
Realidade que cala a voz
Que impede as mãos de enlaçar
O silêncio... em sons
Prisioneiros de nós, libertando em par
A imagem, alimento do desejo
Meu e seu, outros versos, os pedaços juntar
Desvendar a vida
Num vôo intenso, o rosto exposto
Ventos e acontecimentos
O silêncio... um oceano
Suor em gotas sufocadas de ar
Mergulhar distâncias, céu e mar
Elementos igualando o pulsar
Esta porta aberta, à espera
Tocar meus olhos em teu olhar
Realidade que cala a voz
Que impede as mãos de enlaçar
O silêncio... em sons
Prisioneiros de nós, libertando em par
A imagem, alimento do desejo
Meu e seu, outros versos, os pedaços juntar
É a luz
O sol se levanta sobre a terra
Dissipa a escuridão
Elementos em ação
É a luz
Que agiliza, põe às claras
Não há espaço para engano ou ilusão
Manifestação intensa , a consciência
Sinaliza o desenvolvimento
Ventando presságios
Complementar de forças
Fogo em cima, terra embaixo
É a luz
O bem da vida é iluminar
Dissipa a escuridão
Elementos em ação
É a luz
Que agiliza, põe às claras
Não há espaço para engano ou ilusão
Manifestação intensa , a consciência
Sinaliza o desenvolvimento
Ventando presságios
Complementar de forças
Fogo em cima, terra embaixo
É a luz
O bem da vida é iluminar
Saudade
Que dia longo, hoje lí minha vida
Quando eu olho pra você sei que estou aí
Leve aí dentro um bom pedaço de mim
Estão no ar abraços, lindos
Certeza, só plena
Maínha
Óxente, sou pedacinho de gente
E sinto-me maior,
Repleto-me de tamanha alegria
'Bons bocados de ocê'
Ficaram em mim
E que seja sempre assim!
Quando eu olho pra você sei que estou aí
Leve aí dentro um bom pedaço de mim
Estão no ar abraços, lindos
Certeza, só plena
Maínha
Óxente, sou pedacinho de gente
E sinto-me maior,
Repleto-me de tamanha alegria
'Bons bocados de ocê'
Ficaram em mim
E que seja sempre assim!
Rabiscos
O existir, infinito instante
Entre o que já foi e o que virá
O desatar das correntes
Um horizonte a mais, ou mais
Sou eu, é Deus
Entre o que já foi e o que virá
O desatar das correntes
Um horizonte a mais, ou mais
Sou eu, é Deus
É só
Que bom que a vida é perfeita
Posso aprender em detalhes
O dom de viver e transformar.
Na dor, o que temos? O amor
O amor, que liberta
Ensina
O amor, sente
Caminha, se dispõe
Aprende a amar
A vida é anos luz maior
Que o alcance do meu entendimento
É bom descobrir seus pedaços
Nos sentidos, a vida é um dom divinal
Posso aprender em detalhes
O dom de viver e transformar.
Na dor, o que temos? O amor
O amor, que liberta
Ensina
O amor, sente
Caminha, se dispõe
Aprende a amar
A vida é anos luz maior
Que o alcance do meu entendimento
É bom descobrir seus pedaços
Nos sentidos, a vida é um dom divinal
Mar de encontro
Vontade louca de fugir para dentro de mim
Procurar um lugar
Me abrigar
Um abraço pra mim
Amor
Minh’alma sedenta
Frágil, exposta
Me sinto ruir
A cria, precipício
Esta morte um pouco minha
Um rasgo
Líquido escorrendo
Sem meios de impedir
Ahh, eu perciso ir
Andar, acordada
Desperta, exausta
Chegar no mar
Oceanos, eu sossegar
No leito da vida
Nos braços de Jáh
Procurar um lugar
Me abrigar
Um abraço pra mim
Amor
Minh’alma sedenta
Frágil, exposta
Me sinto ruir
A cria, precipício
Esta morte um pouco minha
Um rasgo
Líquido escorrendo
Sem meios de impedir
Ahh, eu perciso ir
Andar, acordada
Desperta, exausta
Chegar no mar
Oceanos, eu sossegar
No leito da vida
Nos braços de Jáh
Do escuro
Tenho nas mãos os sentidos
E só eles
Estou a procura de luz
Tateando o universo
Que existe dentro e além de mim
Ssangrando, é o momento
Lanço-me
Ultrapassando a dor
Aprendendo a ilimitar
Viver de fé
Vencer a escuridão
E só eles
Estou a procura de luz
Tateando o universo
Que existe dentro e além de mim
Ssangrando, é o momento
Lanço-me
Ultrapassando a dor
Aprendendo a ilimitar
Viver de fé
Vencer a escuridão
Cura
Silêncio
Lágrimas
Não é nadah?!
Tantas razões
Não há forma de transformar em palavras
Só se pode chorá-las
Desaguando rios, oceanos
Libertando a alma
Desafogando o coração
Eu sinto a tua dor...
...minhas preces voam
Soam baixinho
Pedindo pra Deus a cura
Que lambe o sangue, a ferida
Estende a mão, e tem poder
De fazer da pedra nascer o amor
Em forma de flor
Resistir a toda dor
Impacto enfrenta
Em frente.
Lágrimas
Não é nadah?!
Tantas razões
Não há forma de transformar em palavras
Só se pode chorá-las
Desaguando rios, oceanos
Libertando a alma
Desafogando o coração
Eu sinto a tua dor...
...minhas preces voam
Soam baixinho
Pedindo pra Deus a cura
Que lambe o sangue, a ferida
Estende a mão, e tem poder
De fazer da pedra nascer o amor
Em forma de flor
Resistir a toda dor
Impacto enfrenta
Em frente.
Fraquezas, ô raça!
Fétida escrotidão, a falsidade
Minha raça me expõe
Me envergonha e despe
Tira-me valores para mim vicerais
Mata-me.
Meu protesto... o risco
Eu me visto de pazzzzzzzz
Minha raça me expõe
Me envergonha e despe
Tira-me valores para mim vicerais
Mata-me.
Meu protesto... o risco
Eu me visto de pazzzzzzzz
E
E
Vivo o que tenho que viver
Erro e acerto nos trajetos, nos verbos
Objetivos diretos
Objetos indiretos
Eu
Sofro o que tenho de sofrer
E franca, gosto de desopilar
Medo eu tenho daquilo que não posso conter
Coragem pra arriscar
Gosto de gostar
Não existe metadear a realidade
Ou é, ou não é
Me moldo me mantenho
Vez ou outra sinto uma correnteza a me levar
Também sei o que é sentir a boca secar
A mesma, tranqüila, mudada
Suave movimento
Intensidade do voar
Sigo persigo sorrisos
Esta hora não é de chorar
Sem ferir a dignidade
Admiro quem tem o que dizer já no andar
Flores
Cores tons e sabores que eu apresentar
Sem grosseria, mas sem me evitar
A certeza que o acaso cruza os caminhos
E que tudo é destino
Desgosto do meu egoísmo
Mistério e revelar
Troquei a acentuação
Disponho-me ao sol, dispenso o prometeu
O meu e o seu
Produto o que?
Original e a idéia do ser!
O que merecer receber e oferecer
Na multiplicidade de ser
Vivo o que tenho que viver
Erro e acerto nos trajetos, nos verbos
Objetivos diretos
Objetos indiretos
Eu
Sofro o que tenho de sofrer
E franca, gosto de desopilar
Medo eu tenho daquilo que não posso conter
Coragem pra arriscar
Gosto de gostar
Não existe metadear a realidade
Ou é, ou não é
Me moldo me mantenho
Vez ou outra sinto uma correnteza a me levar
Também sei o que é sentir a boca secar
A mesma, tranqüila, mudada
Suave movimento
Intensidade do voar
Sigo persigo sorrisos
Esta hora não é de chorar
Sem ferir a dignidade
Admiro quem tem o que dizer já no andar
Flores
Cores tons e sabores que eu apresentar
Sem grosseria, mas sem me evitar
A certeza que o acaso cruza os caminhos
E que tudo é destino
Desgosto do meu egoísmo
Mistério e revelar
Troquei a acentuação
Disponho-me ao sol, dispenso o prometeu
O meu e o seu
Produto o que?
Original e a idéia do ser!
O que merecer receber e oferecer
Na multiplicidade de ser
Nós
Ainda te vejo e sei
Já não te quero mais
Desejo a gente não escolhe, acontece
A escolha é o permitir.
Quando gosto, eu gosto muito!
Quando não, sinto muito
Eu não forço.
Eu meu louco mundo
Vôo sobre o precipício
O infinito, intocável
Exravaso o choro
Eu transbordo em riso
No olhar um visgo
Distancia que não limita a novidade
Enlaça sem prender
Afaga sem tocar
Me faz ficar
Palavras me despertam
Portas abertas, sentimento
O que será?
Sem medo da ilusão
Sem válvulas, vulcão
Eu não sei não
Tô deixando rolar
Planejando sem me planejar
Este risco me fascina e vc.
Já não te quero mais
Desejo a gente não escolhe, acontece
A escolha é o permitir.
Quando gosto, eu gosto muito!
Quando não, sinto muito
Eu não forço.
Eu meu louco mundo
Vôo sobre o precipício
O infinito, intocável
Exravaso o choro
Eu transbordo em riso
No olhar um visgo
Distancia que não limita a novidade
Enlaça sem prender
Afaga sem tocar
Me faz ficar
Palavras me despertam
Portas abertas, sentimento
O que será?
Sem medo da ilusão
Sem válvulas, vulcão
Eu não sei não
Tô deixando rolar
Planejando sem me planejar
Este risco me fascina e vc.
A real
Exercicio de polidez
Adaptavel é a gente
Escanteio à rispidez
Virtude é pacienca
E carência, solidão
Aceitar é um passo
E sofrer um salto
Aprender a lição
Não, eu não tolero falsidade
Respeito é bom
Faz bem pra cuca
Evolução
Ser a sí, paz é deitar
E conseguir dormir
Adaptavel é a gente
Escanteio à rispidez
Virtude é pacienca
E carência, solidão
Aceitar é um passo
E sofrer um salto
Aprender a lição
Não, eu não tolero falsidade
Respeito é bom
Faz bem pra cuca
Evolução
Ser a sí, paz é deitar
E conseguir dormir
Achados
Sons ultrapassando a espuma
O ar da sala é feito fumaça
Acinzenta a cor, afina
Abre o pensamento
Uma ideia arquivada
Que cegos não escutam
E o atento capta
O sentido, no fone de ouvido
Lança aos 'mils'
Efeitos da criatividade
Para ouvidos pouco sensíveis
Somos muitos, somos raros
É a conquista divina da vida
Groove, quem tem sabe como é
O poeta diz: ‘não passe pela nota sem ter prova, jamais’
Tá valendo,
A música transforma
O amor renova
O sonho, sonha
A fé guia, consciencia e coração
O ar da sala é feito fumaça
Acinzenta a cor, afina
Abre o pensamento
Uma ideia arquivada
Que cegos não escutam
E o atento capta
O sentido, no fone de ouvido
Lança aos 'mils'
Efeitos da criatividade
Para ouvidos pouco sensíveis
Somos muitos, somos raros
É a conquista divina da vida
Groove, quem tem sabe como é
O poeta diz: ‘não passe pela nota sem ter prova, jamais’
Tá valendo,
A música transforma
O amor renova
O sonho, sonha
A fé guia, consciencia e coração
Flores
Varrendo o quintal
Senti um eflúvio
Que vinha de longe
Uma fragrância desconhecida
Deixada no ar
Um vento leve soprou uma pétala
Que escorrendo meu rosto
Se lançou contra mim
Foi quando de repente me dei conta
De uma flora espalhada em meu jardim
Resisti, não quis olhar, não quis pisar
Mas, pensei e decidi
Esta é uma fina flor
Plantinha de cuidar
Vou regar, vou adubar
Arranquei-a, coloquei-a bem perto de mim
Separei o meu melhor xaxim
No cantinho da minha janela ela está
E cresce como um gerânio a cada luar
Rosa, Margarida,
Violeta, Tulipa,
Orquídea ou um girassol curumim?
Tem traços de mim, de nós
Damas da noite
Ao som de um odorante jasmim...
(rebeca maria)
Senti um eflúvio
Que vinha de longe
Uma fragrância desconhecida
Deixada no ar
Um vento leve soprou uma pétala
Que escorrendo meu rosto
Se lançou contra mim
Foi quando de repente me dei conta
De uma flora espalhada em meu jardim
Resisti, não quis olhar, não quis pisar
Mas, pensei e decidi
Esta é uma fina flor
Plantinha de cuidar
Vou regar, vou adubar
Arranquei-a, coloquei-a bem perto de mim
Separei o meu melhor xaxim
No cantinho da minha janela ela está
E cresce como um gerânio a cada luar
Rosa, Margarida,
Violeta, Tulipa,
Orquídea ou um girassol curumim?
Tem traços de mim, de nós
Damas da noite
Ao som de um odorante jasmim...
(rebeca maria)
Ir
Mudanças na linha desse trem
Transformando em fortaleza
O que antes era tristeza
Mudanças nos trilhos
Na rota dos pais e dos filhos
Transformando os lugares
Seus rumos e lares
Mudanças mutantes
Não mudam como mudavam antes
Nossos passos são lentos
Mas o ciclo é ligeiro como o vento
Não nos trás nenhum alento
Nos ensina até o sofrimento
Mudanças que nos fazem enxergar
A verdade de cada lugar
Ensinando onde andar como pisar
Quando sair e quando entrar
Mudanças na estrada
Ficar parado não serve de nada
Pra que se prostrar se o bom da vida é andar?
Cada um em seu processo
Nunca desistindo, jamais voltando
Insistindo, caminhando
O lindo horizonte olhando
Sempre indo, seja sorrindo ou chorando
E escolha é pessoal
Mas a mudança, essa sim fundamental
(30/11/06 - 01:05hs)
Transformando em fortaleza
O que antes era tristeza
Mudanças nos trilhos
Na rota dos pais e dos filhos
Transformando os lugares
Seus rumos e lares
Mudanças mutantes
Não mudam como mudavam antes
Nossos passos são lentos
Mas o ciclo é ligeiro como o vento
Não nos trás nenhum alento
Nos ensina até o sofrimento
Mudanças que nos fazem enxergar
A verdade de cada lugar
Ensinando onde andar como pisar
Quando sair e quando entrar
Mudanças na estrada
Ficar parado não serve de nada
Pra que se prostrar se o bom da vida é andar?
Cada um em seu processo
Nunca desistindo, jamais voltando
Insistindo, caminhando
O lindo horizonte olhando
Sempre indo, seja sorrindo ou chorando
E escolha é pessoal
Mas a mudança, essa sim fundamental
(30/11/06 - 01:05hs)
Eu desejo
Eu desejo que o mal não me alcance
E revestido do bem volte
Seja lá para quem!
Cálice,
Enxarcado de sílabas engolidas
Fura a bolha, expõe
Dura raça de pedra macia,
Tiro por menos os cortes
Liberto a alma
Os pés no chão, a mente não
Um tal ‘inadministrável’ no espaço
Um raio suspenso
Franqueado, teoria
Sem ferir o tempo
Numa boa, na písssta
Original, do samba
Perfume de flor
Ontem passou, amanhã?!
Nem chegou!
Sopro de ar
Móbile
O agora me importa
Entorta o relógio das horas,
Solto-me
Perco, eu encontro.
E revestido do bem volte
Seja lá para quem!
Cálice,
Enxarcado de sílabas engolidas
Fura a bolha, expõe
Dura raça de pedra macia,
Tiro por menos os cortes
Liberto a alma
Os pés no chão, a mente não
Um tal ‘inadministrável’ no espaço
Um raio suspenso
Franqueado, teoria
Sem ferir o tempo
Numa boa, na písssta
Original, do samba
Perfume de flor
Ontem passou, amanhã?!
Nem chegou!
Sopro de ar
Móbile
O agora me importa
Entorta o relógio das horas,
Solto-me
Perco, eu encontro.
B e a Flor
‘O silencio sussurra
a letra e a pétala
na verdade de nós
o teu que me escuta
o meu, que já ouve a sua voz’
a letra e a pétala
na verdade de nós
o teu que me escuta
o meu, que já ouve a sua voz’
O tempo da noite
Hoje não haverá sonho na noite do meu mundo
Só existe o extravazar
E no papel o meu será
Encontrar as tais respostas
Verdades
Rotas, caminhos
Tropeços
Os tombos... feridas que ficam
Não cicatrizam.
Venha cedo manhã
Não demore é covardia...
Essa noite longa não acaba
Pra eu ver raiar o dia que anseio
Para compreender melhor seus meios,
Palavras, inteiros
Desabafo agora é pecado
Furtaram meus segredos
Roubaram até meus medos
Agora o que resta é o tempo
Que arrasta, passa lento
Vou
Mesmo ao relento
Antes do sol nascendo
Gritar ao vento o que não fiz
Não tenho sofrimento
Neste sonho meu desejo é acordar
Para ver a verdade
O sol clarear a face
Aquecer a vida, a moleira
Quem está diferente
Enganado pensando que sou assim
Torpe e vil
A vida ensina e o tempo alinha
Quaisquer erros e desníveis
Qe existem em mim
M moldando e transformando
Em abundância e fragrância
Pra ser e sentir as mudanças que o tempo traz
(novembro/2006)
Só existe o extravazar
E no papel o meu será
Encontrar as tais respostas
Verdades
Rotas, caminhos
Tropeços
Os tombos... feridas que ficam
Não cicatrizam.
Venha cedo manhã
Não demore é covardia...
Essa noite longa não acaba
Pra eu ver raiar o dia que anseio
Para compreender melhor seus meios,
Palavras, inteiros
Desabafo agora é pecado
Furtaram meus segredos
Roubaram até meus medos
Agora o que resta é o tempo
Que arrasta, passa lento
Vou
Mesmo ao relento
Antes do sol nascendo
Gritar ao vento o que não fiz
Não tenho sofrimento
Neste sonho meu desejo é acordar
Para ver a verdade
O sol clarear a face
Aquecer a vida, a moleira
Quem está diferente
Enganado pensando que sou assim
Torpe e vil
A vida ensina e o tempo alinha
Quaisquer erros e desníveis
Qe existem em mim
M moldando e transformando
Em abundância e fragrância
Pra ser e sentir as mudanças que o tempo traz
(novembro/2006)
Despida
Momento louco
Rasgada, fora a fora
Eu, parida
Desconhecido novo ciclo
Multidimensionado
Vejo-me aquí assim
Diferente
Desencapada, nua
Rasgada, fora a fora
Eu, parida
Desconhecido novo ciclo
Multidimensionado
Vejo-me aquí assim
Diferente
Desencapada, nua
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